Em avaliação do Ministério da Saúde, CEREST Feira de Santana mantém o melhor desempenho do Brasil

Em 2020, Feira ficou em primeiro lugar no país, atingindo 130 pontos.
Em 2020, Feira ficou em primeiro lugar no país, atingindo 130 pontos.

Pelo segundo ano consecutivo, o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) de Feira de Santana apresentou o melhor desempenho em uma avaliação nacional realizada pelo Ministério da Saúde, alcançando 115 pontos – o índice máximo é 150.

Ano passado, Feira ficou em primeiro lugar no país, atingindo 130 pontos. Esta foi a maior pontuação entre os municípios avaliados.

“Ainda somos o mais bem avaliado na Bahia, atingimos a maior pontuação estre os estados e estamos entre as melhores do Brasil”, destacou Verena Liberal, coordenadora do órgão – vinculado à Secretaria Municipal da Saúde.

Esta avaliação possui o objetivo de contribuir com a qualificação dos CEREST por meio do Plano Nacional de Saúde 2020/2023, que visa qualificar as equipes conforme as necessidades da Rede Nacional de Atenção à Saúde do Trabalhador (RENAST).

Nesta edição, foram avaliados 183 CEREST no país, conforme os quesitos de número de atendimentos, inspeções realizadas, ações de educação em saúde, ações de notificação, fortalecimento e aperfeiçoamento da gestão e do cuidado integral em saúde do trabalhador, discussões de caso, qualificação dos profissionais e entre outros. A qualidade das ações desenvolvidas pelos centros de referência é avaliada a partir de 83 indicadores.

“Já tivemos mais duas avaliações periódicas e continuamos nos sobrepondo aos demais CEREST do Brasil. Apenas 28 atingiram a pontuação satisfatória [acima de 100 pontos] e Feira de Santana continua sendo destaque. Isso mostra que estamos no caminho certo, pensando em proposições para proteção e prevenção dos trabalhadores”, afirma Verena Liberal.

Sobre o CEREST

Inaugurado em 2004, o CEREST presta atendimento aos trabalhadores com o estabelecimento do nexo causal, para reconhecer o adoecimento no trabalho, além de realizar inspeções em ambiente e processo de trabalho, vigilância epidemiológica em saúde do trabalhador e educação do trabalhador.

No ano passado, foram 294 notificações, 3 investigações de óbito por causas mal definidas e 96 inspeções em ambientes de processo de trabalho, além de 2.652 atendimentos no órgão, que abrange 27 municípios circunvizinhos.

Até agosto deste ano o órgão realizou 170 notificações, 89 inspeções em ambientes de processo de trabalho, 1.222 atendimentos e 23 investigações de óbito por causas mal definidas.


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