Com a presença de dirigentes e parlamentares, profissionais do coletivo ‘Médicos pela Democracia’ se filiam ao PT Bahia

Deputado Jorge Solla ao lado dos recém filiados ao PT da Bahia fazem gesto pela eleição de Lula presidente nas Eleições 2022.
Deputado Jorge Solla ao lado dos recém filiados ao PT da Bahia fazem gesto pela eleição de Lula presidente nas Eleições 2022.

Com a presença de dirigentes e parlamentares do Partido dos Trabalhadores da Bahia, como Rosemberg Pinto, Maria Marighella e o deputado federal Jorge Solla, dentre outros, médicos e médicas do coletivo “Médicos pela Democracia” se filiaram ao PT Bahia na noite desta segunda-feira, 22. O ato de filiação “Todos Juntos pela Saúde e pela Democracia”, que ocorreu no restaurante Armazém, no bairro da Saúde, demonstra a união de forças do Partido e da classe médica e trabalhadora em defesa do SUS e para que a Bahia continue investindo mais em saúde e na melhoria da qualidade de vida da população.

“É muito importante e mais do que nunca neste momento que médicos e médicas venham para o PT trazendo toda a sua experiência e seu compromisso para que possamos, no próximo ano, voltar a sorrir em nosso país, trazendo o presidente Lula e o governador Jaques Wagner. Então, é fundamental contarmos com esses companheiros e companheiras valorosas, num momento difícil de atuação para a área de saúde em que temos muitos desafios e ainda estamos vivendo uma crise sanitária de gigantescas proporções”, afirmou o deputado federal e ex-secretário de saúde, Jorge Solla.

O senador e pré-candidato do PT ao Governo do Estado, Jaques Wagner, que participou do evento de forma virtual, também ressaltou a importância da filiação dos profissionais da saúde. “Um ato importante de filiação de vários médicos e várias médicas ao Partido dos Trabalhadores, principalmente nesse momento que antecede as eleições de 2022, que são eleições fundamentais para nós e vocês da área de saúde sabem muito bem do que venho falando, que é o tratamento dado pelo Governo Federal à questão da pandemia da Covid 19. Quantos brasileiras e quantas brasileiras poderíamos ter poupado as suas vidas se não fosse a irracionalidade desse governo de querer ficar fazendo ideologia com saúde, negando a vacina, dando uma de médico, receitando remédio. Então, acho que nesse momento é extremamente importante, então queria dizer que sejam todos bem-vindos”.

O presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares, foi outro que destacou, também de forma virtual, a contribuição dos novos filiados para a luta do Partido. “É uma alegria, principalmente, neste momento que a gente enfrenta tanto negacionismo da ciência e do conhecimento humano ter uma filiação dessa qualidade, desses companheiros e companheiras, reafirmando esse e projeto do PT, de Wagner, de Rui e de Lula”, disse Éden.

Filiação – A diretora-geral do Hospital Couto Maia, a infectologista Ceuci Nunes, destacou que sua decisão de se filiar ao PT partiu da necessidade de se posicionar neste momento de grave crise política, econômica, social e sanitária que o Brasil enfrenta com a gestão de Jair Bolsonaro. “Alguns médicos entraram em um discurso contra o programa Mais Médicos, contra o PT, contra a presidenta Dilma, e muitos deles viraram bolsonaristas, e uma filiação a um partido com o PT dá uma organicidade maior à minha participação política, para discutir internamente as questões da saúde, levar as questões da saúde para discussão na categoria médica e entre os profissionais de saúde e, principalmente, por causa do momento difícil que estamos vivendo, com ascensão do fascismo, com uma ameaça muito séria ao SUS. Eu vim para o PT para entrar na militância da defesa do SUS”.

A médica e professora de medicina da Universidade Federal Lorene Pinto afirmou que os partidos políticos são importantes instrumentos para promover mudanças e que sua escolha pelo PT, legenda com a qual sempre foi simpatizante, parte deste princípio. “Neste momento, o país precisa de posições mais firmes, até para desmistificar essa desqualificação de partido político que vimos nos últimos anos. Precisamos entrar, fortalecer e qualificar os partidos porque é via partido que vamos fazer mudanças, porque os movimentos organizados são caminhos importantes para estruturar mudanças. Foi uma decisão que tomamos enquanto coletivo, porque foi para isso que formamos o ‘Médicos pela Democracia’, exatamente para se posicionar de forma diferente dentro da nossa categoria”, afirmou.

O evento de filiação de médicos e médicas contou também com a participação do presidente do PT Salvador, Ademário Costa, do vereador Edvaldo Brito (PSD), do primeiro-secretário do Partido Socialista Brasileiro (PSB) na Bahia, Rodrigo Hita e do deputado estadual Alan Castro (PSD), dentre outros.


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