Educação municipal de Feira de Santana ofertou 145 mil horas-aula na Internet e mais sete por dia na TV

Inovação trouxe inúmeras mudanças para o ambiente escolar e rompeu os muros da escola tradicional.
Inovação trouxe inúmeras mudanças para o ambiente escolar e rompeu os muros da escola tradicional.

Mais de 145 mil horas de aulas disponíveis na Internet (via YouTube) e a exibição do conteúdo totalmente educacional durante sete horas por dia em dois canais da TV aberta. Estes são alguns dos números que resumem o trabalho da equipe responsável pela produção do conteúdo digital em Feira de Santana, oferecido aos 52 mil estudantes da Educação municipal desde a retomada pedagógica, em março de 2021.

Uma inovação que trouxe inúmeras mudanças para o ambiente escolar e rompeu os muros da escola tradicional. De repente, a necessidade de manter o distanciamento social e controlar o avanço da pandemia levou gestores, professores, famílias e estudantes a redescobrirem na prática novas formas de aprender. Todos tiveram literalmente que se reinventar para, desta forma, levar a escola para o ambiente virtual.

Transpor o ambiente físico da escola para aprender

Em novembro passado, as aulas foram retomadas no modelo presencial, mas tanto a programação pela TV aberta quanto a oferta dos conteúdos pelo canal da Secretaria Municipal de Educação no YouTube tornou-se um aliado importante no desenvolvimento dos estudantes que, em busca de um novo formato, encontraram um bom aliado nas ferramentas digitais.

Maior desafio enfrentado pela Educação pública. Se por um lado, a pandemia da Covid-19 afastou fisicamente professores e estudantes, por outro, sacudiu o modelo tradicional da escola, oferecendo também uma oportunidade inadiável de descobrir novos caminhos para trilhar o conhecimento.

“Começamos literalmente do zero e nossa necessidade mais urgente e importante em 2021 foi produzir o conteúdo digital para fomentar o acesso dos estudantes às novas formas de aprender”, conta a secretária de Educação, a professora Anaci Paim.

A secretária destaca o nível da produção dos materiais e o grande e diversificado acervo. “Nossa avaliação é muito positiva, pois fizemos tudo em tempo recorde, de março a dezembro, foram nada menos que 145 mil horas de gravação de conteúdos exclusivamente educacionais”, comemora.

Para isso, foi fundamental o trabalho da equipe pedagógica, adaptando os conteúdos ao novo formato, como também dos professores-multiplicadores que levaram o conhecimento em cada área do ensino básico para as vídeoaulas.

De acordo com a professora, este acervo agora constitui uma biblioteca virtual de extrema riqueza que – num cenário mais positivo, com o controle da pandemia e a manutenção das aulas no modelo presencial em 2022 – deverá ser muito bem aproveitado.

“Podemos utilizar todo este material audiovisual para as atividades de reforço escolar ou para a suplementação das atividades de ensino, se necessário”, argumenta a secretária.


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