Fazenda São José vira case de sucesso no Polo Agroindustrial do São Francisco

Fazenda São José é referência no Polo Agroindustrial do São Francisco.
Fazenda São José é referência no Polo Agroindustrial do São Francisco.

Três safras anuais. Esta é a expectativa do investidor Antônio Jiló, consolidado produtor do município de Unaí-MG e proprietário da Fazenda São José, mais um projeto em desenvolvimento no Polo Agroindustrial e Bioenergético do Médio São Francisco baiano, em implantação no município de Barra e que irá produzir soja, milho, feijão e tomate. O investidor estima irrigar 2 mil hectares (ha) até o final do ano e reconhece o potencial da região.

De acordo com Jiló, que atualmente conta com cerca de mil ha plantados de soja e milho com tecnologia de pivô central de irrigação e estima chegar a 2 mil ha até o final deste ano, a agricultura na região do médio São Francisco terá um grande futuro. “Nós acreditamos muito na região, acreditamos até que há a possibilidade de fazer três safras no irrigado e com grande futuro já que temos solo fértil e água em abundância. Temos tudo para ser a nova fronteira agrícola do país, acredito muito mesmo, até na fruticultura que vamos iniciar um novo projeto este ano”.

O vice-governador João Leão, secretário do Planejamento, acredita que a adesão de produtores com alta experiência é mais um indicativo do potencial do polo. “Nós temos feito um grande esforço para atrair os investidores para este projeto, do qual não é segredo nenhum que sou um grande entusiasta, e a participação de produtores como Antônio Jiló, que já desenvolve um trabalho de excelência em Minas Gerais, com grande experiência, não nos deixa qualquer dúvida de que o Médio são Francisco em muito pouco tempo será uma potência agrícola”, avalia.

A iniciativa, que ainda este ano deve iniciar a produção de uvas de mesa, com projeto para a industrialização e produção de suco em 2023, já emprega aproximadamente 180 pessoas na região e estima-se que o número pode subir para 2,2 mil empregos diretos e indiretos, quando em pleno funcionamento.

A unidade contou com investimentos privados da ordem de R$ 40 milhões, além R$ 5 milhões em investimentos públicos na infraestrutura energética e nas estradas de acesso à unidade de beneficiamento. O faturamento anual estimado para o empreendimento em pleno funcionamento é de R$ 25 milhões.


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