Durante a sessão especial realizada, na manhã desta quinta-feira (24/03/2022), no plenário da Câmara Municipal, por iniciativa do vereador Jhonatas Monteiro (PSOL), um dos convidados, Luís Geovane Andrade Santana, representante da Federação Regional dos Urbanitários do Nordeste (FRUNE), relatou a atuação situação da região metropolitana de Maceió, Alagoas, para fazer um comparativo com Feira de Santana e a possível privatização da Embasa.
De acordo com ele, Maceió tem um abastecimento hídrico muito parecido com Feira de Santana. “Lá, a água foi entregue para administração da iniciativa privada por R$2 bilhões. Mas isso cobra de cada habitante R$4 por mês, incutido na conta, e essa cobrança ocorrerá durante 30 anos. Mas quem usufrui desse recurso é o atual governador, numa proposta clara de financiamento sem necessariamente passar pela aprovação do Poder Legislativo e sem que a população debata a privatização desse recurso”, disse.
Para ele, dizer que água não é mercadoria não é falácia. “Como seres humanos precisamos de água, comida e oxigênio para sobreviver. Água é bem essencial; é condição do ser humano ter água para viver. Vida não tem preço. O próximo passo, daqui a pouco, será transformar o oxigênio em mercadoria; vão mercantilizar o ar que nós respiramos”, pontuou.
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