Para o jornal Washington Post, os EUA estão usando as sanções contra a Rússia como “arma” para aumentar sua esfera de influência.
O jornal ressalta que o Ocidente está constantemente sob pressão de Washington, que tenta a todo custo impor suas próprias políticas.
Um exemplo da verdadeira política estadunidense, dado pelo jornal, são as sanções duradouras contra Cuba, que mesmo com 11 presidentes EUA, os embargos e as medidas análogas tomadas, não funcionaram.
“Os cubanos ainda são aplaudidos no mundo em desenvolvimento (e desenvolvido) por atividades humanitárias e assistência médica em desastres”, destacou o jornal.
O artigo observa que as medidas contra Cuba serão mantidas enquanto os cubanos não fizerem a escolha política que a América deseja.
O apelo pelo apoio a outros países serve apenas para esconder as ambições dos EUA de se manterem no topo da política global. E quando não conseguem o que querem por bem, os norte-americanos começam a ameaçar com sanções a todos aqueles que não seguem seus caprichos ou que se atravessam em seu caminho.
Pentágono diz ser incapaz de provar acusações da Ucrânia contra tropas russas
Recentemente, as tropas ucranianas denunciaram que o Exército russo teria conduzido um ataque com substâncias químicas em Mariupol, lançadas de um drone.
Apesar das acusações do Ocidente e dos ucranianos, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, John Kirby, declarou na terça-feria (12), em uma coletiva de imprensa que, o Pentágono é incapaz de provar a veracidade destas acusações.
“Estamos fazendo tudo o possível para averiguar o que aconteceu, se é que aconteceu, porém não podemos confirmar nada ainda”, afirmou o porta-voz do Pentágono.
As acusações foram feitas pelo batalhão ucraniano Azov, alegando que as substâncias tóxicas teriam sido lançadas em locais de concentração das tropas ucranianas, causando problemas respiratórios, irritação nos olhos e enjoos, além de problemas nas pernas.
O Pentágono também observou que, segundo as informações de que dispõe, os combates por Mariupol entre tropas russas e ucranianas continuam.
Ucranianos concluem treinamento nos EUA com apoio do chefe do Pentágono antes de retorno à Ucrânia
Os soldados ucranianos receberam “formação” sobre operações de embarcações de patrulha, comunicações, manutenção e manuseio dos equipamentos fornecidos por Washington.
“As forças ucranianas receberam formação sobre as operações de embarcações de patrulha, comunicações e manutenção […] e formação tática avançada adicional sobre os sistemas fornecidos pelos EUA à Ucrânia”, afirmou o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, John Kirby.
No domingo (10), o secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, conversou com um pequeno grupo de soldados ucranianos por videoconferência. Os grupos ucranianos concluíram a formação e treinamento, e devem regressar à Ucrânia.
Além disso, o alto comando do Pentágono destacou as capacidades dos soldados ucranianos, aproveitando mais uma vez para enfatizar que Washington continuará enviando “ajuda necessária” ao país.
Recentemente, o Pentágono detalhou que o novo pacote de ajuda à Ucrânia incluirá 1.400 sistemas antiaéreos Stinger, mais de 5.000 sistemas antitanque Javelin, mais de outros 7.000 sistemas antitanque, aproximadamente 7.000 armas pequenas, mais de 50 milhões de cartuchos, drones e muito mais.
*Com informações da Sputnik Brasil.







