A atenção é fundamental para todos no ambiente de trabalho, estudo e até mesmo em atividades de lazer. Para um indivíduo conseguir manter a atenção por mais tempo, é necessário trabalhar estímulos que a faça querer escutar, ler e compreender a informação que está recebendo. Segundo o portal Palestra para Professores, o máximo de tempo máximo que um ser humano consegue se concentrar é de 7 a 10 minutos.
Manter a atenção não é algo fácil e exige disciplina para estimular o cérebro. Ou seja, é algo que precisa de uma evolução contínua tanto de quem está comunicando quanto do público que está recebendo a mensagem. No caso de uma aula, por exemplo, o professor precisa conhecer o tema a fundo e com isso compartilhá-lo de uma forma bem atrativa. Ritmo, entonação e tom de voz fazem toda a diferença na hora de atrair e ‘prender’ um aluno no assunto.
Outra forma muito eficiente de manter o aluno atento e ensiná-lo de uma forma mais rápida, é a partir da prática “mão na massa”. Estudantes que vivenciaram a aprendizagem com a “mão na massa” tiveram um desempenho 30% mais alto do que colegas que seguiram o aprendizado de maneira convencional, de acordo com estudos da Universidade de Stanford dos Estados Unidos. “Aprender fazendo” é um termo criado pelo educador e filósofo John Dewey (1938), onde ele reconheceu que o processo prático é o caminho para potencializar as possibilidades e os resultados na educação, com o envolvimento direto dos educandos nessa experiência. (Diário Escola).
O termo aprender fazendo também vem ganhando força no ambiente corporativo. As empresas investem em treinamentos que tenham a prática do trabalho, além de conteúdo oral, como forma de simulação antes dos colaboradores entrarem de fato no dia a dia. Outra coisa que empresas estão investindo é inserir jogos no trabalho. Pesquisadores da Universidade do Arkansas, nos Estados Unidos, em colaboração com o Ministério da Educação da China, realizaram um estudo em que comprovam que o efeito de uma hora jogando videogame é positivo para o cérebro, pois aumenta a capacidade de concentração.
Cada pessoa possui uma maneira de manter o foco e aprender que podem ser influenciados através dos sentidos, como: do tato, da audição e/ou da visão. E através de algumas táticas, o profissional pode manter a concentração por mais tempo, como: manter a organização; praticar o hábito de memorização; leitura; ser curioso e colocar as teorias que aprendeu em curso na prática. “Nossos alunos aqui do Cebrac possuem essa oportunidade de colocar a ‘mão na massa’ durante os cursos, por meio de um estágio, da feira de empreendedorismo ou até mesmo através da metodologia de ensino “aprendendo fazendo” – que é uma forma de ensino de preparar o aluno qualificado para o mercado de trabalho. Além disso, temos também os cursos de games que auxiliam o aluno a ter uma melhor concentração e boa memorização”, explica a Superintendente do Cebrac, Luciana Fontes.
De fato, o mundo mudou e a forma de aprender também. Hoje, as pessoas querem aprender de forma mais prática, pois precisam atender às expectativas e demandas do mercado de trabalho levando em consideração a experiência. Por isso, um aluno prefere um curso que o capacite oferecendo também o modelo de ensino prático (com a atuação).
Conforme dados da pirâmide aplicada ao NTL Institute, em Bethel, no Maine (EUA), a taxa de retenção de conhecimento apresenta uma porcentagem para cada modo de aprendizagem.
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