Salvador é a única cidade da Bahia que não paga piso salarial aos agentes de saúde, critica Robinson Almeida

Deputado Robinson Almeida disse que o prefeito Bruno Reis, como ACM Neto, não respeita e maltrata trabalhadores.
Deputado Robinson Almeida disse que o prefeito Bruno Reis, como ACM Neto, não respeita e maltrata trabalhadores.

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) criticou o prefeito Bruno Reis (UB) por consolidar Salvador como a única cidade da Bahia que não paga o Piso Nacional Salarial aos Agentes Comunitários de Combate às Endemias, hoje estipulado em dois salários-mínimos, o que equivale, atualmente, a R$ 2.424,00. O parlamentar recorda que os agentes de saúde na capital tem R$ 877,07 como salário-base inicial na Prefeitura e que há 9 anos, desde a gestão do ex-prefeito ACM Neto (UB), não é reajustado. Os trabalhadores estão mobilizados para que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 120, promulgada pelo Congresso Nacional, seja cumprida na capital baiana com o pagamento do piso do salarial dos agentes.

“É uma vergonha. Salvador não paga o piso aos agentes comunitários de saúde. É a única cidade da Bahia que não paga o piso aos agentes de saúde”, criticou o petista. “O prefeito atual segue o exemplo do ex, não dialoga com a categoria, desrespeita e maltrata os trabalhadores da saúde que são fundamentais na proteção da saúde dos soteropolitanos e foram importantíssimos no enfrentamento à pandemia, muitas vezes colocando suas vidas e de suas famílias em risco”, enfatizou o parlamentar. Almeida também criticou a cobertura da atenção básica na capital. “A pior atenção básica de saúde entre todos os municípios baianos é de Salvador. O índice de cobertura não chega a 63%, qualquer cidade do interior é acima de 80% no atendimento primário, aquele que é fundamental à proteção da saúde e evita que as pessoas desenvolvam doenças ou evoluam para quadros graves. Salvador não tem uma política de controle, por exemplo, da diabetes e da hipertensão, doenças que acomete um percentual grande de solteropolitanos que, por não ter atendimento e acompanhamento precoce na atenção básica, desenvolvem as formas mais graves”, concluiu Robinson.


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