Vereador Téo Senna critica eleição que reconduziu Geraldo Júnior à presidência da Câmara Municipal de Salvador

Vereador Téo Senna (PSDB) considerou a votação que reconduziu Geraldo Junior (MDB) à presidência do Legislativo Municipal de Salvador um golpe e disse que o colega Henrique Carballal (PDT) foi cúmplice.
Vereador Téo Senna (PSDB) considerou a votação que reconduziu Geraldo Junior (MDB) à presidência do Legislativo Municipal de Salvador um golpe e disse que o colega Henrique Carballal (PDT) foi cúmplice.

O vereador de Salvador Téo Senna (PSDB) falou com o Jornal Grande Bahia (JGB) sobre a sessão do dia 29 de março que antecipou a eleição e garantiu o terceiro mandato consecutivo do vereador Geraldo Júnior (MDB) à presidência da Câmara Municipal.

A votação é alvo de uma ação judicial impetrada pelo União Brasil no Supremo Tribunal Federal (STF), sob o argumento de que a emenda 39 da Lei Orgânica do Município de Salvador viola os princípios republicanos e do pluralismo político ao permitir a recondução da Mesa Diretora da Casa na mesma legislatura. Para o edil, que foi reeleito 3º Secretário da Mesa Diretora nesta votação, todo o processo teve uma tramitação questionável do ponto de vista da transparência, das boas práticas e da boa-fé.

Fomos todos surpreendidos com uma convocação no final da manhã daquele dia para a votação através do Diário Oficial da Câmara, com menos de três horas para a abertura da sessão solene da eleição. Sem nenhuma cerimônia foi apresentada chapa única, encabeçada pelo presidente Geraldo Júnior. Acreditei que se tratava de algo que possuía o aval do governo, o que certamente foi determinante para outros vereadores também, já que a votação acontecia de forma harmônica, sem nenhuma manifestação contrária por parte do líder da situação na Câmara, Paulo Magalhães”, explicou Senna.

O vereador considerou a votação um golpe, mencionando o seu colega Henrique Carballal (PDT) como cúmplice dela. “Foi um verdadeiro golpe, tanto de Geraldo Júnior quanto de Carballal, que foi expulso do PT e depois de ter sido líder e defensor de ACM Neto e Bruno Reis, volta às suas origens pedindo perdão. Por isso, sinto vergonha de ter votado a favor”, disse Senna.


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