No Brasil, secretário de Defesa dos EUA diz que democracia ‘é símbolo das Américas’, mas que China a ameaça na região; Discurso tenta frear ímpeto golpista do presidente Jair Bolsonaro

General da reserva Lloyd. J. Austin III, secretário da Defesa dos EUA. Representante da Defesa norte-americana está no Brasil para participar da 15ª Conferência de Ministros de Defesa das Américas e diz que "poderes estão trabalhando para desestabilizar regras" democráticas.
General da reserva Lloyd. J. Austin III, secretário da Defesa dos EUA. Representante da Defesa norte-americana está no Brasil para participar da 15ª Conferência de Ministros de Defesa das Américas e diz que "poderes estão trabalhando para desestabilizar regras" democráticas.

Nesta terça-feira (26/07/2022), o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd J. Austin, afirmou em Brasília que “a democracia é o símbolo das Américas” e que as nações do continente compartilham valores comuns, tais como “compromisso com o Estado democrático de direito” e “devoção à democracia”, segundo o UOL.

“Democracia é o símbolo das Américas e acreditamos que todo o hemisfério Sul pode ser seguro, próspero e democrático”, disse.

Austin discursou durante a 15ª Conferência de Ministros de Defesa das Américas, realizada na manhã desta terça-feira (26/07/2022) na capital federal.

O anfitrião do evento é o ministro da Defesa (PL), general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Austin destacou que Brasil, Estados Unidos e os demais países do continente são “conectados não apenas pela geografia, também pelos interesses e valores em comuns”.

“À medida que aprofundamos nossas democracias, cada vez mais aprofundamos também a nossa segurança”, acrescentou.

Sem clarear o raciocínio com detalhes, Austin disse ainda que a estabilidade democrática na região estaria eventualmente ameaçada pelo “esforço da China para obter influência”. Segundo ele, “poderes estão trabalhando para desestabilizar regras” e convenções do “direito internacional”, de acordo com a mídia.

A CMDA foi criada em 1995 para “promover o conhecimento recíproco, a análise, o debate, a troca de ideias e de experiências na área da Defesa e da Segurança”. A escolha de um país-sede é feita cada dois anos, de forma alternada entre as 34 nações-membros.

*Com informações da Sputnik Brasil.


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