“Salvador registrou uma queda expressiva de 13,6% no número de homicídios, latrocínios e lesões dolosas seguidas de morte no primeiro semestre deste ano, mas a queda na criminalidade poderia ser muito maior, caso a iluminação pública na capital baiana fosse eficiente”, afirmou o líder do PT na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Osni Cardoso, após reportagem do jornal A Tarde, publicada neste sábado (03/09/2022), mostrar que desde a gestão de ACM Neto (UB), a administração soteropolitana tem utilizado valores considerados exorbitantes, com cobertura insuficiente e histórico de irregularidades em contratos da prefeitura, alvos de investigações e suspeitas de direcionamento, fraude, corrupção e superfaturamento.
Conforme o diário baiano, os gastos de 1º de maio de 2020 até o momento já somam R$ 188 milhões, e diversos bairros de Salvador, principalmente os mais periféricos, contam com um serviço de iluminação pública precário.
“Todos sabem que uma cidade bem iluminada inibe a criminalidade. Quanto mais eficiente o serviço, menores os índices, isso é fato, diversas pesquisas apontam este caminho. As forças de segurança do nosso estado têm cumprido seus papeis com competência, mas, infelizmente, esbarram na precariedade do serviço da prefeitura de Salvador, que tem deixado ruas e avenidas da cidade às escuras”, criticou o líder petista.
Para Osni, o ex-prefeito de Salvador e o atual, desta vez, não podem querer “tirar o braço da seringa” e buscar culpados e desculpas. “As famílias em Salvador são obrigadas a ficarem dentro de casa com medo de serem assaltadas à noite, ao andarem por ruas escuras, sem iluminação. Este é um assunto importante e sério que não pode ser resolvido com um ‘tanto faz’, como o ex-prefeito costuma dizer quando perguntado sobre a escolha do próximo presidente da República, e nem que fará pela Bahia o que fez por Salvador. Os baianos não vão deixar que a Bahia volte para a escuridão”, alertou o parlamentar.







