São Gonçalo recebe polo da Escola Criar Jogos com formação gratuita em desenvolvimento de games

Projeto é direcionado a jovens a partir de 12 anos e conta com patrocínio do Grupo Boticário, Mahle e Engineering Brasil.
Projeto é direcionado a jovens a partir de 12 anos e conta com patrocínio do Grupo Boticário, Mahle e Engineering Brasil.

A Escola Criar Jogos, que atua por todo o Brasil promovendo formação gratuita no desenvolvimento de games para jovens, acaba de inaugurar um polo presencial na cidade de São Gonçalo dos Campos (BA). O projeto acontece na Biblioteca Municipal Aníbal Pedreira e no Colégio Municipal Agripina de Lima Pedreira.  Em Camaçari também é possível engrenar no curso. Essa é uma oportunidade para capacitar jovens em um mercado de trabalho que cresce, em sintonia com o metaverso, a tecnologia 5G e o empreendedorismo digital. Os salários chegam a R$ 5 mil na Bahia e esses ganhos podem ser ainda mais atraentes em âmbito nacional. O projeto é realizado pela Burburinho Cultural e conta com patrocínio do Grupo Boticário, da Mahle e da Engineering Brasil.

O curso dura cinco meses e é formado por 8 módulos que garantem certificado de conclusão e passam por temas como: roteiro e narrativa, programação, design, edição de som, arte e interface, tudo de forma prática para que os alunos consigam criar seus próprios jogos. Vale ainda ressaltar que as videoaulas contam com acessibilidade em Libras. Trata-se de iniciativa pioneira em que educação e perspectiva de futuro caminham juntas a partir de formato dinâmico para iniciação no desenvolvimento de jogos eletrônicos.

Thiago Ramires, sócio da Burburinho Cultural, destaca que São Gonçalo dos Campos e Camaçari são duas cidades importantes para a Bahia e para os parceiros do projeto. “São os nossos primeiros polos no Nordeste. Com a formação para os jovens locais, o projeto deixa um legado de pioneirismo nesse universo de games que tem ganhado projeção em várias áreas do mercado de trabalho e entretenimento. Esperamos também formar alunos que atuem como multiplicadores do projeto”.

“Importante ressaltar que os jogos eletrônicos servem a uma imensa gama de utilização. Departamentos de Recursos Humanos de grandes corporações acionam criadores para resultar melhor em comunicados de mudanças estruturais. A indústria de cinema adapta filmes para entretenimento de crianças, jovens e adultos, enfim, é a linguagem do futuro sendo disponibilizada para cidadãos de baixa renda preencherem vagas que hoje estão ociosas no mercado de trabalho do Brasil”, complementa Priscila Seixas também sócia da Burburinho Cultural.

A Burburinho Cultural atua há quase 20 anos no desenvolvimento de ações de Cultura, Educação e Desenvolvimento Humano em tudo o que gesta. Todos os seus projetos são em prol da sociedade brasileira, o que apresenta em iniciativas como a Casa Escola Arte e Tecnologia, em Itaboraí, o projeto Uma Virada de Cores na favela de Heliópolis/SP, além de colaborar pontualmente em diversos projetos do terceiro setor que se notabilizam pela presença-cidadã, como as ações na cultura capitaneadas pelo Instituto Incluir no campo da acessibilidade e inclusão.


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