Morre aos 32 anos o oficial do Exército Brasileiro Daniel Marques da Cunha; Velório e sepultamento ocorrem em Feira de Santana

Familiares registram pesar em memória de Daniel Marques da Cunha, capitão do Exército Brasileiro.
Familiares registram pesar em memória de Daniel Marques da Cunha, capitão do Exército Brasileiro.

Faleceu, aos 32 anos, o capitão do Exército Brasileiro Daniel Marques da Cunha. Ele convalescia de uma cirurgia, em uma unidade de saúde da cidade de Curitiba, Paraná, quando foi a óbito nesta quarta-feira (18/01/2023).

Velório, Culto e Sepultamento

O velório ocorre a partir das 20 horas, desta sexta-feira (20/01), no Acamp. Beréia, Estrada da Pedra Ferrada, em Feira de Santana. O Culto está agendado para às 10 horas, de sábado (21), no mesmo local.

O sepultamento será às 12 horas, deste sábado (21), no Cemitério Jardim Celestial, situado no Bairro Sim, em Feira de Santana.

Trajetória

Natural de Bonfim, no estado de Roraima, Daniel Marques da Cunha nasceu em 5 de março de 1990 e passou a infância, juventude e parte da vida adulta em Feira de Santana. Ele era casado com Xenia Pereira da Silva Marques, pai de Silas Pereira Marques Cunha, e filho de Maria do Carmo Silva Marques e do subtenente André Luiz Marques Cunha (†1962-★2009), membro do Exército que nomeia a Praça central da Vila Militar dos Sargentos, situada no 35º Batalhão de Infantaria de Feira de Santana (35º BI).

O capitão do Exército era irmão de André Luiz Marques Cunha Junior, juiz do Tribunal Regional do Trabalho do Amazonas e de Alana Carolina Silva Marques, 1ª tenente do Exército.

Uma lembrança do militar

Ainda jovem, o militar que viria a se tornar capitão, assumiu posto de comando nas Forças Armadas.

Em 14 de março de 2019, o tenente coronel Marcelo Bastos de Souza, comandante do Comando de Fronteira Rondônia (6º Batalhão de Infantaria de Selva, 6º BIS), presidiu a passagem de Comando do 1º Pelotão Especial de Fronteira (1º PEF) do capitão Daniel Araújo Ribeiro para o 1º tenente Daniel Marques Cunha.

No interior das instalações do 1º PEF encontra-se o Real Forte Príncipe da Beira, fortaleza do final do século XVIII (1776/83), tida como uma das maiores construções portuguesas fora de Portugal.

Erguida em plena floresta amazônica, é considerada uma das mais desafiadoras construções realizadas no final de 1700 no Brasil.

A importância da estrutura para a história do País e para a formação do atual território nacional foi reconhecida inclusive por meio de tombamento promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) no ano de 1950.

Foi neste local histórico, em zona de fronteira, que o destacado membro da comunidade de Feira de Santana prestou serviço de comando ao país.

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