Uma turba de extremistas bolsonaristas invadiu o Congresso Nacional, a sede do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto em Brasília, na tarde deste domingo (08/01/2023).
Os golpistas invadiram o gramado do Congresso, subiram a rampa e se posicionaram perto das cúpulas do edifício. Vídeos nas redes sociais mostram alguns dos bolsonaristas dentro do Salão Verde do Congresso.
Em seguida, grupos de extremistas também invadiram os prédios do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Palácio do Planalto, sede do Executivo. O presidente Lula não estava no local.
Imagens mostram que os golpistas estão depredando o interior dos prédios, numa ação que tem paralelos com a invasão do Capitólio, nos EUA por extremistas de direita em 6 de janeiro de 2020.
Da mesma forma como ocorreu nos EUA, os bolsonaristas tentam reverter ilegalmente o resultado das urnas com ações violentas e golpistas.
Policiais militares tentaram conter os radicais com spray de pimenta e bombas de efeito moral, mas sem sucesso. Um veículo da Força Nacional caiu no espelho d’água do Congresso.
Os radicais não aceitam a derrota de Jair Bolsonaro (PL) na eleição presidencial e a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está em viagem aos Estados Unidos.
Violência contra o Estado é reprimida
Na Praça dos Três Poderes, policiais montados em cavalos tentavam dispersar manifestantes diante do STF.
Um vídeo que circula em grupos bolsonaristas no Whatsapp mostra manifestantes festejando a chegada ao edifício.
“Pegamos o STF. Fora, acabou, o Brasil venceu”, grita um manifestante.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não está em Brasília neste domingo. Ele viajou a São Paulo e Araraquara para visitar vítimas de temporais recentes.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse no Twitter ter conversado sobre os incidentes com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).
“O governador me informou que está concentrando os esforços de todo o aparato policial no sentido de controlar a situação”, afirmou.
“Repudio veementemente esses atos antidemocráticos, que devem sofrer o rigor da lei com urgência”, disse Pacheco.
*Com informações do DW e BBC Brasil.
Confira vídeo
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