Na quinta-feira (23/02/2023), por volta das 4h da manhã, uma embarcação com cerca de 150 migrantes a bordo naufragou ao largo da costa da ilha italiana de Lampedusa. Segundo informações divulgadas pelas autoridades locais, o acidente resultou na morte de cerca de 60 pessoas.
O barco, que partiu da Líbia em direção à Europa, foi interceptado por uma patrulha italiana da Frontex, agência de fronteiras da União Europeia, que tentou desembarcar os passageiros em um porto próximo. No entanto, a embarcação acabou virando durante a operação de resgate.
De acordo com o Ministério do Interior italiano, os migrantes a bordo eram originários de diversos países africanos, incluindo Nigéria, Costa do Marfim e Gana. Até o momento, não há informações sobre o número exato de sobreviventes ou desaparecidos.
O naufrágio gerou indignação e críticas de organizações humanitárias, que cobram mais ações dos governos europeus para evitar a morte de migrantes no Mediterrâneo. Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), mais de 1.200 pessoas morreram na travessia do Mediterrâneo em 2022, sendo a rota da Líbia para a Itália uma das mais perigosas.
*Com informações da Euronews.








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