O Carnaval de Salvador contou com a presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, que participou da saída do bloco afro Ilê Aiyê, na Ladeira do Curuzu, bairro da Liberdade, no último sábado (18/02/2023). A celebração, que é realizada desde a fundação do bloco em 1975, foi marcada pela presença de baianos, turistas, autoridades e famosos.
Jerônimo Rodrigues destacou a importância do Ilê Aiyê para a cultura negra e afirmou que participar de rituais como este renova as forças de todos. “Para nós é uma satisfação poder subir essa ladeira a pé e ver o marco que as pessoas que moram nesse canto da cidade mostram em cada Carnaval. Por mais difícil que seja o ano, com dificuldade de emprego, com a perda de pessoas amadas, ainda temos força para celebrar o Carnaval”, complementou o governador.
O presidente do Ilê Aiyê, Antônio Carlos dos Santos, conhecido como vovô do Ilê, ressaltou o apoio do Governo do Estado, por meio dos projetos Ouro Negro e Bahia Gás, e falou sobre o tema escolhido para a festa deste ano, que homenageia o centenário de Agostinho Neto, um grande herói da revolução de Angola.
Além disso, o Secretário da Cultura, Bruno Monteiro, afirmou que o governador está em diálogo com a titular da pasta da Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais, Ângela Guimarães, para expandir as ações do Ouro Negro para além do Carnaval, valorizando a cultura ancestral e promovendo discussões sobre a questão do racismo de forma não-institucionalizada.
Entre os famosos presentes, o jornalista Zeca Camargo destacou a energia única da saída do Ilê Aiyê. “Essa energia que a gente sente aqui é diferente, é muito maior do que a gente costuma ver pela televisão”, afirmou.
O evento reforçou a importância da preservação e valorização das tradições culturais da Bahia, e o comprometimento do Governo do Estado em apoiar e incentivar essas manifestações durante todo o ano.
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Uma resposta
Coisa que o Petismo odeia: tolerância.
Além de ser desonesto e barango. O PT é barango.
E aqui em Brasília… Em 2024…
Vejamos: um total Mula governando a partir de incompetências mil, com todo mau gosto possível. O PT nivela tudo por baixo, sobretudo a educação. Baranguices e breguices do petralhismo. O PT é brega.
Educação? Mas e a do Brasil, hem? Brasília. O Mula de Brasília — do PT — é Beliar ou Damien. O(des)presidente. É uma Besta; a encarnação do mal. O PT é barango e kitsch. E Jamil Chade é petista. Jamil Chade é brega.
Cá na Capital Brasília o Mula (des)governando a partir de incompetência completa, com todo gosto de baixo nível. O PT venera o mau gosto, principalmente a educação; a Cultura e a “””arte”””. Kitsch e baranguices do PT. O PT venera a Indústria Cultural (Theodor Adorno). O PT é cafona.
Elevar o nível? Não faz parte. Desvirtuado é ser PeTralhista, a favor do breguismo petista, que nivela tudo por baixo, sobretudo a cultura e a educação e a dita “”arte”” do PT (veja o Ministério da (des)cultura atual).
A indústria cultural, portanto, não mede esforços para lançar os indivíduos em estado de indigência estética, isto é, no mais completo empobrecimento da reflexão crítica e da sensibilidade artística. A padronização é o valor decisivo desta proposta cultural. Eis aí o PT. O PT é cafonérrimo. A grande religião profana do nosso tempo é a publicidade. O PT pratica lavagem-cerebral via publicidade.
PT e o Mula em Brasília?…
Vamos ludibriar um bocadinho?
Vamos! Vamos Sim!
Caveat:
O PT é hostil. E ladrão. Observe: não se trata de “figura de linguagem”. É ladrão mesmo. Literalmente. Nada de conotação, mas denotação.
O PT é sujo.
PT fede.