Rússia: Ato terrorista em Bryansk cometido com armas da OTAN suscita questões sobre culpa do bloco

O presidente da Rússia Vladimir Putin qualificou o ocorrido como um "ataque terrorista" cometido "pelos neonazistas e seus chefes".
O presidente da Rússia Vladimir Putin qualificou o ocorrido como um "ataque terrorista" cometido "pelos neonazistas e seus chefes".

Dois civis foram mortos e um menino de dez anos ficou ferido na quinta-feira (02/03/2023) depois que um grupo de sabotadores ucranianos se infiltrou em um povoado fronteiriço e aparentemente abriu fogo aleatório contra os moradores e infraestrutura locais.

O presidente da Rússia Vladimir Putin qualificou o ocorrido como um “ataque terrorista” cometido “pelos neonazistas e seus chefes”.

O uso de armas da Aliança Atlântica nos ataques de ontem na região russa suscita questões sobre a culpabilidades do bloco nestes atos de terrorismo, declarou chancelaria russa.

“Kiev tem repetidamente reconhecido que todas as suas ações são executadas com a aprovação dos EUA e outros países da OTAN, os assassinatos na região russa de Bryansk junto à fronteira com a Ucrânia foram realizados com armas da OTAN. Na sequência disso surge a questão de qualificação desses países como cúmplices de tais crimes e patrocinadores do terrorismo”, disse em comunicado o Ministério das Relações Exteriores da Rússia nesta sexta-feira (3).

“Tiramos as devidas conclusões dos acontecimentos. Investigadores russos iniciaram uma averiguação. Este crime não ficará impune”, acrescentou o MRE russo.

Anteriormente, nesta sexta-feira (3), o parlamentar russo Aleksandr Khinshtein disse que, a julgar pelas imagens do Serviço Federal de Segurança (FSB, na sigla em russo) da Rússia, a maioria das armas encontradas na região de Bryansk eram de origem estrangeira, com a maioria aparentemente vinda da Alemanha. “O que é isso senão um incentivo direto às atividades terroristas?”, indagou o parlamentar.

Ontem (2), um grupo de sabotadores ucranianos se infiltrou no território de Klimovo, na região russa de Bryansk, junto à fronteira com a Ucrânia, informou o governador da região Aleksandr Bogomaz.


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