A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) está no centro de atenções devido a uma série de demandas estudantis por novos professores. Em um comunicado oficial, o grupo gestor da instituição reafirmou seu compromisso com os valores de uma universidade pública, gratuita e de qualidade, destacando que esses princípios sempre serão prioridade em suas ações.
Em comunicado emitido nesta quinta-feira (05/10/2023), a gestão da Uefs, que é representada pelas professoras Amali de Angelis Mussi, reitora e Evanilda Carvalho vice-retiora, enfatizou a legitimidade do pleito estudantil por novos docentes e ressaltou que essa é uma das maiores preocupações da atual administração. Para resolver essa questão, a administração central buscou uma solução junto ao governo estadual logo nos primeiros dias de sua gestão.
No comunicado, o Grupo Gestor da UEFS enfatiza:
— Os processos SEI 071.6321.2023.0006736-9, 071.6321.2023.0020274-67, 071.6321.2023.0008917-68, 071.6321.2023.0020354-86 e 071.6321.2023.0020536-20, juntamente com outras universidades estaduais, demonstraram a urgência na pauta sobre o quadro de professores. Após negociações, a Uefs conseguiu que seus pleitos iniciais fossem atendidos, o que configura uma vitória significativa.
— Todas essas ações e encaminhamentos estão sendo transparentes e comunicados aos conselhos superiores, onde as representações estudantis têm assento, assim como entre departamentos, colegiados e toda a comunidade universitária.
— A paralisação das atividades na Uefs não afeta apenas as metas acadêmicas, mas todo o sistema que faz a universidade existir, envolvendo não apenas a comunidade universitária, mas também a sociedade como um todo.
— Na terça-feira (03/10/2023), os estudantes de medicina que iniciaram o movimento foram formalmente comunicados pela gestão universitária de que os pleitos relacionados à contratação de professores já foram atendidos, aguardando apenas a publicação no Diário Oficial do Estado da Bahia (DOE) e o comparecimento dos docentes para os trâmites de praxe.
— A administração central ressalta que nunca houve intenção de cercear as manifestações dos estudantes ou de qualquer outro movimento na Uefs. Desde o início da paralisação, o corpo gestor da universidade tem dialogado com os estudantes, buscando estabelecer diálogos e encaminhamentos para atender às demandas.








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