O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, proferiu nesta quarta-feira (11/10/2023) uma declaração conjunta de firmeza ao lado do ministro da Defesa, Yoav Galant, e do líder da oposição, Benny Gantz. Nessa primeira manifestação conjunta do governo de emergência em Israel, Netanyahu prometeu que “todos os membros do Hamas serão mortos.” A declaração surge em meio aos confrontos entre Israel e o grupo extremista Hamas, concentrados na Faixa de Gaza.
O primeiro-ministro enfatizou o apoio internacional que Israel vem recebendo, descrevendo-o como “sem precedentes.” Líderes de nações como Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido e Itália emitiram uma declaração conjunta expressando “apoio firme e unido” a Israel devido aos ataques do Hamas. No entanto, outros países, incluindo Rússia e Brasil, pedem o fim da violência gerada pelo conflito que já resultou em mais de 2,3 mil mortes.
Netanyahu defendeu os ataques contra o Hamas, afirmando que “nós os esmagaremos.” Durante o discurso, ele comparou o grupo ao Daesh (Estado Islâmico), descrevendo o Hamas como um inimigo ainda mais perigoso. “Deixamos de lado todas as outras considerações, porque o destino do nosso país está agora em jogo. Trabalharemos juntos para o bem de todos os israelenses e do Estado de Israel,” enfatizou ao lado do líder da oposição, Benny Gantz.
Afirmação de varredura do Hamas
Por sua vez, o ministro da Defesa israelense, Yoav Galant, adotou uma postura igualmente enérgica ao afirmar que o Hamas será “varrido da face da Terra.” Suas palavras excluem qualquer margem para negociações de cessar-fogo. Galant comparou a situação atual com eventos significativos na história, afirmando que “o povo judeu não viu nada parecido desde 1945.”
Governo de emergência em Israel
Esta semana, Israel estabeleceu um governo de emergência em resposta ao conflito com o Hamas. Isso resultou no congelamento de qualquer discussão sobre projetos de lei que não tenham relação com a guerra, incluindo a polêmica reforma judicial, que propõe que as decisões da Suprema Corte israelense sejam aprovadas pelo Congresso.
Até o momento, o país já convocou mais de 380 mil reservistas e prevê um ataque por terra ao território de Gaza em resposta ao ataque-surpresa do Hamas ocorrido no último sábado (7). O conflito continua, e a comunidade internacional observa com grande preocupação a escalada da violência na região.
*Com informações da Sputnik News.
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