O chanceler alemão, Olaf Scholz, e líderes regionais chegaram a um acordo para implementar medidas destinadas a tornar a Alemanha menos atrativa para migrantes. Com a chegada de um grande número de ucranianos em 2022 e de migrantes do Oriente Médio e da África este ano, os municípios responsáveis pelo acolhimento expressaram preocupação. O aumento da popularidade do partido de extrema direita AfD ilustra a preocupação pública.
Entre as medidas adotadas, destaca-se a redução da ajuda financeira aos migrantes, substituindo o pagamento em dinheiro por um cartão de compras. Os requerentes de asilo também enfrentarão uma espera de 36 meses para o aumento de benefícios. Outra medida é facilitar a contratação de migrantes para trabalhos coletivos e agilizar os procedimentos de análise dos pedidos de asilo, limitando-os a 6 meses.
Os custos de acolhimento serão cobertos pelo estado federal, que agora pagará € 7,5 mil anuais por refugiado, após negociações com estados e municípios regionais que inicialmente exigiam € 10 mil. Para conter a chegada de estrangeiros, a Alemanha prorrogará a medida de controle nas fronteiras com a Polônia, República Tcheca e Suíça, implementada anteriormente na Áustria.
*Com informações da RFI.









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