Da criança ao adulto, equipamentos da assistência social de Feira de Santana acolhem pessoas em vulnerabilidade

Em Feira de Santana, os Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) se tornam lares acolhedores para todas as idades.
Em Feira de Santana, os Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) se tornam lares acolhedores para todas as idades.

Num cenário de vitalidade e alegria, um grupo de senhoras, com mais de 50 anos, se reúne no Centro de Referência da Assistência Social de Feira de Santana (CRAS) na Conceição II. Sob a orientação do mestre de capoeira Edivaldo Almeida, elas participam de aulas de alongamento duas vezes por semana, promovendo não apenas a saúde física, mas também fortalecendo os laços afetivos. Telma da Silva, 71 anos, conhecida como “Índia”, é uma presença constante há 8 anos, destacando que encontra alegria e acolhimento no local.

As atividades do CRAS vão além do físico, envolvendo ações do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. A coordenadora do CRAS, Ivanete Rios, destaca o compromisso de acolher pessoas em situação de vulnerabilidade social, promovendo laços familiares e integração social. A sensação de pertencimento é evidente nas palavras de Maria Olga dos Santos, 76 anos, frequentadora desde 2015, que relata não sentir dores de cabeça, exercitar o corpo, e, acima de tudo, encontrar uma verdadeira família no CRAS.

O local não é apenas um espaço de atividades físicas e convívio social, mas também um ponto de apoio para quem busca serviços de assistência social. Vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, o CRAS oferece serviços como cadastro e atualização do Bolsa Família, solicitação do NIS (Número de Inscrição Social) e atendimentos com assistentes sociais, pedagogos e psicólogos, abordando diversas demandas.

Além disso, o CRAS estende seu alcance para iniciativas preventivas, como a oficina de percussão ministrada pelo músico Neto de Gandhi, que visa oferecer uma alternativa positiva para jovens do conjunto George Américo, afastando-os do mundo das drogas e do álcool. A pedagoga Bruna Brito destaca a dinâmica das atividades, que, além da percussão, incluem aulas de pintura e patch aplique.

Já no Centro de Formação Profissional Juiz Walter Ribeiro Costa Júnior, também vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, são cadastradas 280 famílias. O projeto “Aprender Brincando”, em parceria com a empresa Pirelli, oferece oficinas como balé, piano, flauta, e Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. A coordenadora Tereza Macedo destaca o abraço a todas as idades, afirmando que “do pequeno ao adulto”, todos são acolhidos.


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