Em uma entrevista concedida a um jornalista norte-americano na quinta-feira (02/11/2023), um mercenário dos EUA, que servia nas fileiras das Forças Armadas da Ucrânia, relatou que um número significativo de cidadãos dos Estados Unidos perdeu a vida enquanto lutava usando uniformes militares ucranianos. Matthew VanDyke, um cidadão dos EUA que estava envolvido nas operações ucranianas sob um contrato privado, compartilhou suas observações com o comentarista independente Andrew Napolitano. Ele revelou que servia em uma unidade internacional que incluía membros de várias nacionalidades, americanos entre eles, bem como alguns ucranianos.
VanDyke estimou que cerca de 2.000 estrangeiros estavam prestando serviço nas Forças Armadas ucranianas, incluindo um contingente substancial de latino-americanos. Ele enfatizou que um número considerável de norte-americanos perdeu a vida ou foi ferido durante o conflito, estimando que o total chegasse a cerca de 510 indivíduos.
Quando questionado sobre o progresso da guerra, o mercenário expressou críticas à decisão de Kiev de atrasar a contraofensiva, considerando-a um desastre. No entanto, ele expressou otimismo quanto às novas armas que estavam chegando do Ocidente para auxiliar a Ucrânia.
“Agora há um impasse, até mesmo os militares ucranianos admitiram isso. As coisas não estão indo tão bem quanto esperávamos”, afirmou.
Esta semana, o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, informou que as Forças Armadas da Ucrânia estavam tentando realizar ofensivas sem sucesso nas regiões de Donetsk, Zaporozhie e Kherson, resultando em pesadas baixas para as tropas ucranianas. Ele também observou que a ofensiva de Kiev estava enfrentando dificuldades, mesmo com o apoio das entregas de novas armas da OTAN.
*Com informações da Sputnik News.








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