Operação Força Total: Polícias Militares da Bahia participam de ação pioneira no combate à criminalidade em todo o Brasil

Policiais militares realizam operação integrada para reforçar a segurança pública e combater a criminalidade, com destaque para a Bahia, onde a iniciativa já teve 15 edições bem-sucedidas. 
Policiais militares realizam operação integrada para reforçar a segurança pública e combater a criminalidade, com destaque para a Bahia, onde a iniciativa já teve 15 edições bem-sucedidas. 

Hoje, as polícias militares de todos os 26 estados brasileiros e do Distrito Federal uniram forças para realizar a primeira edição da “Operação Força Total – Polícias Militares a serviço do Brasil.” Essa ação inédita tem como objetivo combater a criminalidade e fortalecer a segurança pública em todo o território nacional. Na Bahia, a Polícia Militar (PMBA) deu início à operação nas primeiras horas do dia, mobilizando tanto o efetivo operacional quanto o administrativo, juntamente com o apoio de veículos, aeronaves, equipamentos e informações de inteligência.

No decorrer da manhã, durante uma blitz realizada na avenida 29 de Março, em Salvador, policiais abordaram um veículo Mercedes branco que transportava um casal. Durante a revista do automóvel, os militares encontraram uma arma de fogo. O homem, a mulher e a arma foram encaminhadas para a Central de Flagrantes.

Na Bahia, a Força Total chega à sua 15ª edição, com um histórico de 286 armas de fogo retiradas de circulação e 474 criminosos presos. As ações se desenrolam durante todo o dia, abrangendo Salvador e várias cidades do interior, com blitz, abordagens, incursões e o cumprimento de mandados de prisão.

O coronel Paulo Coutinho, comandante-geral da PMBA, destaca a importância da operação no combate à criminalidade. Ele enfatiza que a operação não se limita à repressão, mas também busca prevenir crimes, sendo um exemplo da eficácia de apreender armas irregulares e, assim, preservar vidas.

A iniciativa da operação conjunta partiu do próprio coronel Coutinho, que é presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG-PM). Ele trabalhou em conjunto com os comandantes-gerais de todo o país para concretizar a ação.

O comandante-geral enfatiza que a experiência da PMBA e seus resultados positivos foram fundamentais para que as demais forças de segurança do Brasil adotassem essa estratégia no combate ao crime. O CNCG-PM é um órgão que representa e defende as prerrogativas das polícias militares de todo o país e contribui para o aprimoramento da segurança pública. O coronel Paulo Coutinho é o primeiro comandante-geral da PMBA a presidir o Conselho, com o coronel Cláudio dos Santos Feoli, da Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS), atuando como vice-presidente.


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