O Brasil encerra o ano de 2023 sem dever à Organização das Nações Unidas (ONU) e a mais de 120 organismos internacionais, marcando a primeira vez desde o início do século que o país alcança tal conquista. As dívidas foram integralmente quitadas pelo Governo Lula com instituições como a Organização Mundial do Comércio (OMC), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Mercosul.
Ao saldar essas dívidas, o Brasil recupera direitos e evita possíveis sanções, como a perda do direito a voto na ONU. Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, responsável pelos pagamentos internacionais do Brasil, até o final de 2022, o país acumulava cerca de R$ 5 bilhões em dívidas com aproximadamente 120 organismos internacionais. A maior parte desses débitos se concentrou nos últimos seis anos, e ainda resta quitar cerca de R$ 1,2 bilhão até o final do ano.
O governo, agora, planeja uma alteração no tratamento orçamentário dessas despesas. O Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2024 propõe a reclassificação das despesas resultantes de compromissos internacionais, conferindo mais previsibilidade à atuação do Brasil em nível multilateral.










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