Em um movimento que marca uma significativa mudança em sua política de longa data contra a presença de tropas estrangeiras, a Dinamarca anunciou a assinatura de um acordo de defesa com os Estados Unidos, seguindo os passos de Finlândia e Suécia. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, revelou que o pacto permitirá a presença de soldados e equipamentos militares norte-americanos em solo dinamarquês pelos próximos dez anos. O anúncio, feito pelo Ministério da Defesa nesta terça-feira (19/12/2023), desencadeou reações intensas, incluindo a promessa russa de aumentar seu contingente militar para 1,5 milhão, enquanto o presidente Vladimir Putin alerta para possíveis “problemas” com a Finlândia.
O acordo, semelhante aos firmados com Finlândia e Suécia, tem gerado preocupações e tensões na região, intensificando as relações já delicadas entre a Rússia e a OTAN. O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, considera os acordos como parte dos esforços abrangentes dos EUA para reforçar a segurança transatlântica. Enquanto isso, o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, anunciou o aumento do contingente militar russo em resposta aos pactos recentemente assinados. A situação reflete a complexidade geopolítica em curso, com implicações significativas para a segurança na Europa.
*Com informações da Sputnik News.








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