O comandante-chefe do Exército ucraniano, Valery Zalouzhny, confirmou nesta terça-feira (26/12/2023) a retirada de suas forças para os arredores de Marinka, cidade no leste do país que a Rússia afirmou ter assumido o controle. Marinka, reduto ucraniano desde 2014, transformou-se em cenário de confrontos após a anexação da Crimeia. Zalouzhny declarou em coletiva de imprensa que Marinka “não existe mais” devido à destruição, mas garantiu que as forças ucranianas preparam uma linha de defesa fora da cidade.
Na segunda-feira (25), a Rússia anunciou a tomada de Marinka, celebrada pelo presidente Vladimir Putin, que afirmou que a ação manteve a artilharia ucraniana afastada de Donetsk, ampliando o espaço operacional russo.
Enquanto isso, no mar Negro, um navio russo foi atingido em um ataque ucraniano na Crimeia anexada. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, saudou a notícia. O navio Novocherkassk foi danificado durante um ataque com mísseis de cruzeiro. O exército ucraniano alega ter “destruído” o navio, que transportaria drones iranianos frequentemente usados pelos russos. O ataque resultou em um morto, dois feridos e danos a seis edifícios, segundo o governador da Crimeia.
*Com informações da RFI.








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