No domingo (10/12/2023), o Exército israelense intensificou o controle no sul da Faixa de Gaza, onde a população enfrenta combates desesperadores contra o movimento Hamas. Aviões israelenses realizaram ataques próximos a Khan Younes e Jabaliya, evidenciando a escalada dos confrontos. O primeiro-ministro do Catar, mediador no conflito, declarou que os bombardeios incessantes reduzem as chances de uma nova trégua.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, lamentou a “paralisia” das Nações Unidas diante do conflito entre Israel e o Hamas. Ele criticou o Conselho de Segurança por não aprovar um cessar-fogo devido a “divisões geoestratégicas”, destacando a falta de soluções para a crise em Gaza.
Os Estados Unidos vetaram na sexta-feira (8) uma resolução de cessar-fogo proposta pelos Emirados Árabes Unidos. A guerra, que já dura 65 dias, teve início após um ataque do Hamas a Israel em outubro. A troca de ataques resultou em vítimas, reféns e uma série de desafios humanitários.
O Ministério da Saúde do Hamas relatou um alto número de mortos e feridos devido aos bombardeios israelenses. Enquanto a guerra se desenrola, uma fragata francesa interceptou drones provenientes do Iêmen, controlado por rebeldes hutis, que ameaçaram interromper o tráfego no Mar Vermelho.
*Com informações da RFI.









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