Com a aproximação do Natal, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que as vendas no período natalino de 2023 alcancem cerca de R$ 68,97 bilhões, indicando um aumento de 5,6% no faturamento do setor, considerando a inflação. O economista Fabio Bentes destaca a importância do Natal como a principal data comemorativa para o comércio e aponta fatores como a melhoria das condições econômicas e a redução da taxa de desemprego, que deverão impulsionar as vendas.
Segundo a CNC, hiper e supermercados liderarão a movimentação financeira, representando 38,6% do volume total. Em seguida, estabelecimentos especializados em vestuário, calçados e acessórios deverão responder por 33,9%, seguidos por lojas de artigos de uso pessoal e doméstico, com 12,6%. A economista Carla Beni destaca que, com a melhoria da renda e a queda da inflação, as famílias buscam uma ceia mais farta e investem em presentes, especialmente itens de uso pessoal, vestuário, calçados e cosméticos.
Bianca Muniz, gerente comercial, destaca que, embora não costume fazer compras ao longo do ano, o período natalino é marcado por gastos adicionais, principalmente com presentes e roupas. Entretanto, ela ressalta que o preço dos produtos é um fator decisivo em suas escolhas. Apesar das expectativas otimistas, o varejo ainda não deverá atingir os patamares de vendas observados no Natal de 2019, quando registrou R$ 70,94 bilhões em vendas.








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