Em um movimento inovador no estado da Bahia, a Prefeitura de Feira de Santana anunciou o lançamento do site destinado à emissão da carteira de identificação para pessoas com fibromialgia. Desenvolvida em parceria pelas secretarias municipais de Saúde e Comunicação, a iniciativa, atualmente em fase de teste, busca proporcionar maior comodidade e inclusão para aqueles que enfrentam os desafios da fibromialgia.
Por meio do endereço eletrônico fibromialgia.feiradesantana.ba.gov.br, indivíduos com mais de 18 anos podem solicitar a carteira de forma descomplicada e acessível. No caso de crianças e adolescentes, a requisição da carteira deve ser feita pelos pais ou responsáveis legais, demonstrando o compromisso com a inclusão de todas as faixas etárias.
A secretária municipal de Saúde, Cristiane Campos, ressalta o comprometimento do Governo Municipal em garantir o acesso aos direitos para todos.
“Feira é uma das poucas cidades no Brasil que teve o olhar sensível para essa questão. Aqui, já temos em vigor a lei municipal 3.962/2019 que permite o atendimento preferencial. Além disso, esse público conta com um suporte especializado fornecido por diversos profissionais nas unidades de saúde”, destaca.
A assistente social da Secretaria de Saúde, Ediliana Ramos, assegura que a falta de dispositivos ou conhecimento para anexar os documentos solicitados no site não será um obstáculo para quem busca a carteira.
“Estaremos aqui para ajudar, basta trazer os documentos solicitados na Secretaria de Saúde, e faremos todo o procedimento junto com o interessado. Vale ressaltar que a carteira de identificação da pessoa com fibromialgia é exclusiva para a população feirense”, esclarece.
Para solicitar a carteira, menores de 18 anos precisam efetuar um cadastro fornecendo todos os dados do usuário e do responsável. Documentos como RG e CPF, uma fotografia recente da pessoa com fibromialgia, um laudo médico digitalizado com informações do paciente, a Classificação Internacional de Doenças (CID), assinatura e carimbo de identificação com CRM do médico responsável, além de um exame de tipo sanguíneo, devem ser digitalizados para maior comodidade.









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