O Brasil resgatou um total de 3.151 trabalhadores em condições análogas à escravidão no ano de 2023, marcando o maior número desde 2009. No entanto, especialistas alertam que, apesar desse aumento significativo, o país enfrenta retrocessos devido à escassez de auditores fiscais do trabalho, atingindo o menor nível em 30 anos. A carência de pessoal é apontada como um desafio para a continuidade dos resgates, evidenciando a persistência de problemas relacionados ao trabalho escravo, especialmente no setor agrícola.
A falta de auditores fiscais é considerada um entrave para lidar com casos de exploração laboral. O setor agrícola, notadamente o cultivo de café e cana-de-açúcar, continua liderando os resgates, revelando histórias impactantes de abuso, como o relato de uma trabalhadora idosa que passou 30 anos sem salário e faleceu antes de receber indenização. O governo destaca os esforços em meio à escassez de recursos humanos, destacando o aumento no número de resgates em 2023.
*Com informações da Agência Brasil.








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