A renúncia de Élisabeth Borne abriu caminho para uma nomeação histórica na França, com Gabriel Attal, aos 34 anos, assumindo o cargo de primeiro-ministro. Com uma aprovação notável de 40%, o ministro da Educação de Macron traz consigo juventude e carisma, sendo visto como uma aposta para reforçar a popularidade do governo antes das eleições para o Parlamento Europeu em junho.
Gabriel Attal, próximo de Macron desde 2017, ingressou no partido A República em Marcha, tornou-se deputado e, desde 2023, ocupava o cargo de ministro da Educação. Sua nomeação visa contrapor a ameaça da extrema direita nas eleições europeias, marcando uma estratégia ousada de Macron.
Além de sua trajetória política, Attal é notável por falar abertamente sobre sua homossexualidade, sendo um defensor da evolução das mentalidades. Em uma entrevista, ele compartilhou sua experiência de bullying e insultos homofóbicos na escola, destacando a importância de enfrentar a homofobia. No cenário político, Attal defende a legalização da “barriga solidária” para casais do mesmo sexo, possivelmente gerando debates com o presidente Macron, que é contra essa medida.
*Com informações da RFI.











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