Na sexta-feira (26/01/2024), o presidente russo, Vladimir Putin, abordou a operação militar em curso na Ucrânia, declarando que mais de 600.000 militares russos estão atualmente na zona de combate, que se estende por quase 2.000 quilômetros. Putin, em uma reunião com estudantes envolvidos na operação, destacou que a decisão de lançar a operação teve como único objetivo a defesa dos interesses da Rússia.
O líder russo apontou que, ao longo das décadas, a Rússia buscou construir relações pacíficas com a Ucrânia, oferecendo empréstimos favoráveis, recursos energéticos a preços acessíveis e acesso ao mercado russo. Entretanto, Putin descreveu o que ocorreu na Ucrânia como a criação de um “enclave” antirrusso, justificando assim a necessidade de medidas mais drásticas.
Segundo Putin, a operação militar especial é uma resposta ao uso das forças armadas ucranianas, uma tentativa de encerrar a guerra em curso. Ele expressou confiança de que os objetivos estabelecidos serão alcançados. O presidente destacou o caráter do povo russo, enfatizando a disposição de não poupar esforços em momentos difíceis para a pátria.
Putin também abordou o ataque ao avião Il-76, afirmando que era evidente que os mísseis foram direcionados contra a aeronave que transportava prisioneiros de guerra ucranianos. Ele alegou que a inteligência ucraniana estava ciente da presença de prisioneiros a bordo. Quanto à origem dos mísseis, Putin mencionou a possibilidade de serem de um sistema antiaéreo francês ou dos EUA, aguardando a confirmação nos próximos dias.
*Com informações da Sputnik News.








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