Taxa de desemprego na Bahia registra 2ª queda anual e alcança 13,2% em 2023, diz IBGE

Resultados da PNAD Contínua revelam redução da taxa de desocupação na Bahia, apesar de permanecer como a segunda mais alta do país.
Resultados da PNAD Contínua revelam redução da taxa de desocupação na Bahia, apesar de permanecer como a segunda mais alta do país.

A taxa de desocupação no estado da Bahia demonstrou uma tendência de queda pelo segundo ano consecutivo, atingindo 13,2% em 2023, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). Apesar dessa redução, a Bahia continua a ter a segunda maior taxa de desemprego do país. No entanto, a queda representa um marco importante, já que a taxa alcançada foi a mais baixa em oito anos, desde 2015, quando registrou 11,3%.

O estado baiano registrou um terceiro recuo trimestral consecutivo no quarto trimestre de 2023, com a taxa de desemprego caindo para 12,7%, em comparação com os 13,3% registrados no trimestre anterior. Esses números representam um progresso significativo em relação aos anos anteriores, embora ainda haja desafios a enfrentar.

A redução na taxa de desocupação foi impulsionada por diversos fatores, incluindo um aumento no número de pessoas empregadas e uma queda no número de desempregados. Em 2023, a população ocupada na Bahia cresceu 0,9%, chegando a 6,075 milhões de pessoas, enquanto o número de desempregados diminuiu 13,7%, totalizando 922 mil pessoas.

A análise por região também revela tendências interessantes. Por exemplo, o município de Salvador registrou uma taxa de desemprego de 13,7% em 2023, a mais baixa desde 2015, embora ainda seja a segunda mais alta entre as capitais brasileiras. Já na Região Metropolitana de Salvador, a taxa de desocupação caiu para 14,6% no quarto trimestre de 2023, o menor índice em nove anos.

Apesar desses progressos, desafios persistem, especialmente no que diz respeito à informalidade e aos rendimentos médios dos trabalhadores baianos. O estado continua a enfrentar altas taxas de informalidade e os rendimentos médios permanecem entre os mais baixos do país. No entanto, os dados indicam uma tendência positiva que pode fornecer uma base sólida para futuras melhorias no mercado de trabalho na Bahia.

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