Com o aporte financeiro de R$ 290 milhões proveniente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Adata Integration Brazil S/A iniciará a produção de três novos semicondutores no território nacional. Destinados a aplicações em notebooks, desktops, servidores, televisores, automóveis e celulares, o financiamento faz parte do Programa BNDES Mais Inovação.
O suporte financeiro permitirá à Adata adquirir equipamentos importados, sem equivalente nacional, além de desenvolver novos processos produtivos. Essas iniciativas visam ampliar a inserção da empresa na cadeia produtiva nacional de semicondutores, contribuindo para fortalecer a base tecnológica brasileira.
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ressalta que os investimentos resultarão em benefícios significativos, reduzindo a dependência do país em importações e promovendo a soberania tecnológica. Essa medida está alinhada aos objetivos da Nova Indústria Brasil, uma política governamental que busca diminuir a dependência produtiva e tecnológica em produtos nano e microeletrônicos, incluindo semicondutores.
O valor total do investimento atinge R$ 374 milhões, e a iniciativa contribuirá para a expansão do portfólio de produtos da Adata. A empresa introduzirá soluções que atendam às novas demandas do mercado, incorporando as últimas tecnologias globais para proporcionar melhor desempenho e maior velocidade de processamento.
Os três novos semicondutores a serem produzidos são: o DDR5, que permite velocidade recorde de até 8.400Mbs, otimizando o processamento de dados e reduzindo em 20% o consumo de energia; o LPDDR5, com eficiência energética elevada e dimensões reduzidas, direcionado especialmente para notebooks e telefones celulares; e o uMCP, memória multichip que oferece alto desempenho e economia de energia em um espaço compacto, sendo utilizado principalmente em smartphones e viabilizando a tecnologia 5G nesses dispositivos.
O presidente da ADATA, Paulo Jr., destaca a importância da parceria com o BNDES, ressaltando o papel estratégico dos semicondutores para todos os países como fator de vantagem competitiva e até de subsistência em um futuro próximo.
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