Durante um comício de campanha realizado em Michigan nesta terça-feira (02/04/2024), o ex-presidente dos Estados Unidos e atual candidato à Casa Branca pelo Partido Republicano, Donald Trump, fez um alerta preocupante sobre a gestão do atual presidente, Joe Biden, sugerindo que suas ações poderiam levar ao desencadeamento da Terceira Guerra Mundial. Trump criticou veementemente a abordagem de Biden em relação à questão nuclear, questionando sua saúde mental e capacidade de liderança diante de desafios globais. Segundo Trump, Biden não tem demonstrado estar à altura das responsabilidades ao lidar com líderes como Putin, Xi Jinping e Kim Jong-un, aumentando as preocupações em relação à segurança internacional.
Durante seu mandato, Trump enfatizou que reconstruiu o poder nuclear dos Estados Unidos a um nível incomparável, garantindo, segundo ele, “quatro anos de segurança” devido ao respeito que sua administração inspirava nos líderes mundiais. No entanto, Trump alertou que a atual administração representa um risco para a segurança global, colocando em xeque a estabilidade geopolítica e sugerindo que as ações de Biden poderiam levar a consequências desastrosas, incluindo a possibilidade de um conflito global em larga escala.
OTAN debate medidas sob possível retorno de Trump, incluindo fundo de ajuda à Ucrânia
Em meio à especulação sobre um eventual retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) se movimenta para aprovar medidas que garantam o suporte contínuo à Ucrânia. Uma das propostas em discussão, sugerida pelo secretário-geral Jens Stoltenberg, é a criação de um fundo quinquenal no valor de US$ 100 bilhões para o país do Leste Europeu. Além disso, está sendo considerada a possibilidade de a OTAN assumir as funções operacionais do Grupo de Contato de Defesa da Ucrânia, liderado atualmente pelos Estados Unidos.
A medida visa proteger a estrutura de qualquer mudança política que possa ocorrer após as eleições norte-americanas de novembro. No entanto, as propostas ainda estão em discussão entre os membros e aliados da OTAN, com possíveis mudanças antes de serem aprovadas pelos 32 Estados-membros da aliança. O debate ocorre em meio à reunião dos ministros das Relações Exteriores da OTAN em Bruxelas para celebrar o 75º aniversário da organização. A expectativa é que as medidas propostas marquem uma mudança de paradigma para a aliança militar, que até então tem limitado sua ajuda à Ucrânia a esforços não letais, temendo uma escalada de tensões com a Rússia.
*Com informações da RFI.








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