O Ministério Público Eleitoral (MPE) reforçou, através de um parecer divulgado recentemente, a solicitação de inelegibilidade e cassação da chapa eleita do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e do vice, Thiago Pampolha. O documento alega práticas ilícitas durante o processo eleitoral de 2022, relacionadas ao financiamento de projetos da Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Investigações indicam a contratação de mais de 20 mil funcionários temporários sem processo seletivo, visando beneficiar as candidaturas e cooptar votos para suas vitórias nas urnas. A ação, movida por Marcelo Freixo (PT), concorrente de Castro no primeiro turno da eleição, destaca a utilização da máquina pública em favor dos interesses pessoais dos políticos envolvidos.
A Procuradoria Geral do Estado já havia se manifestado anteriormente em favor da inelegibilidade dos acusados até 2030, sob a acusação de abuso de poder político e econômico, além de conduta vedada a agente público. O governo do Rio, por meio de nota, expressou confiança na Justiça Eleitoral, ressaltando o respeito à vontade dos eleitores que concederam a vitória a Castro nas urnas.
*Com informações da Sputnik News.
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