O chanceler federal da Alemanha, Olaf Scholz, fez declarações contundentes nesta quinta-feira (06/06/2024) em defesa da deportação de imigrantes que cometam crimes graves, incluindo indivíduos “da Síria ou do Afeganistão”. As declarações surgem após o assassinato do policial alemão Rouven Laur, de 29 anos, em um atentado na cidade de Mannheim, perpetrado por um afegão que também agrediu participantes de um comício de ultradireita.
Scholz afirmou que os criminosos e terroristas não têm lugar na Alemanha, defendendo que, nestes casos, os interesses de segurança do país têm precedência sobre os direitos individuais. No entanto, o governo enfrenta obstáculos práticos, já que as deportações para o Afeganistão foram suspensas desde a ascensão dos talibãs ao poder, e a Alemanha mantém uma moratória sobre as deportações para a Síria desde 2012.
Após o atentado em Mannheim, várias vozes têm pedido regras mais rígidas, especialmente da direita e ultradireita. Scholz condenou o extremismo islâmico, destacando a necessidade de contratar mais policiais e prometendo uma postura de “tolerância zero” contra islamistas ou antissemitas conhecidos. No entanto, ele ressaltou que a liberdade de viver em paz se aplica a todos na Alemanha, incluindo imigrantes, que são parte integrante da sociedade alemã.
*Com informações da DW.
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