O presidente do Partido Liberal (PL) na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, reafirmou nesta segunda-feira (03/06/2024) o interesse da sigla em indicar o candidato a vice na chapa do ex-prefeito José Ronaldo (União Brasil), em Feira de Santana. Em entrevista à Rádio Princesa FM, Roma argumentou que o PL possui legitimidade e quadros qualificados para contribuir para a futura administração da cidade.
Roma destacou três potenciais candidatos do PL para a vice-prefeitura: Raimundo Júnior, presidente municipal da sigla; Leonídia Umbelino, ex-candidata a vice-governadora; e Neto Bahia, representante da Unagro. O dirigente salientou que a definição de espaços ainda não foi discutida, mas considerou natural que o PL, com seus qualificados quadros, contribua significativamente. Sobre Neto Bahia, Roma enfatizou sua dedicação e habilidade para o cargo de vice-prefeito.
Durante a entrevista, Roma também mencionou a possibilidade de uma nova visita de Jair Bolsonaro a Feira de Santana, citando o recente período que o ex-presidente passou em Salvador e São Paulo. Roma ressaltou a importância da presença de Bolsonaro, devido ao seu histórico de atenção à cidade, mencionando obras em Santa Bárbara e no Anel Rodoviário de Feira.
No mesmo dia, Roma participou do lançamento da pré-candidatura de Bruno Reis (União Brasil) à reeleição como prefeito de Salvador, que também conta com o apoio do PL. Ao comentar sobre José Ronaldo, Roma elogiou sua capacidade de transformar Feira de Santana e destacou a necessidade de impedir que as maiores cidades baianas sejam governadas pelo PT, que atualmente controla o governo estadual e federal.
Roma expressou críticas à gestão do governador Jerônimo Rodrigues, alegando que o governo estadual tem prejudicado o desenvolvimento da Bahia, especialmente no agronegócio, devido à falta de infraestrutura de transporte e abastecimento de água. Segundo Roma, a administração estadual tem ignorado o extremo sul do estado, agravando a situação econômica local.
O ex-ministro lamentou a atual situação da Bahia após cinco gestões do PT, afirmando que o governo não tem cumprido suas promessas, como demonstrado pela insatisfação dos servidores públicos. Roma criticou o aumento salarial do governador em contraste com os pequenos reajustes concedidos aos servidores.
Sobre o governo Lula, Roma afirmou que a administração perdeu o controle das políticas públicas no Congresso Nacional e mencionou a exclusão de mais de dois milhões de pessoas do programa Auxílio Brasil, destacando a suposta ineficácia das ações governamentais.








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