O presidente francês Emmanuel Macron tomou uma decisão histórica ao dissolver a Assembleia Nacional logo após o anúncio da vitória da extrema direita francesa nas eleições europeias. Menos de uma hora após os primeiros resultados, Macron fez um pronunciamento televisivo, onde anunciou a convocação de eleições legislativas antecipadas para 30 de junho e 7 de julho de 2024.
O partido de extrema direita Rassemblement National (RN) conquistou quase um terço dos votos, liderando significativamente à frente da aliança centrista de Macron. Com Jordan Bardella como candidato, o RN alcançou entre 31,5% e 32,4% dos votos, enquanto o partido de Macron obteve cerca de 15,2%. Este resultado dá à extrema direita entre 29 e 30 cadeiras no Parlamento Europeu.
Em resposta à decisão de Macron, Marine Le Pen, líder da extrema direita, elogiou a dissolução da Assembleia Nacional e expressou sua determinação em “reerguer a França” nas eleições legislativas antecipadas.
Cerca de 370 milhões de europeus foram convocados para as eleições europeias, que aconteceram em um contexto de desafios econômicos e geopolíticos, incluindo tensões com a China, Estados Unidos e a situação na Ucrânia. O resultado das eleições sinaliza uma possível mudança no equilíbrio político do bloco, com um aumento da presença da extrema direita no Parlamento Europeu.
*Com informações da RFI.
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