Um recente artigo do jornal Le Figaro ressaltou a posição dominante da China em quase todas as áreas estratégicas cruciais para o futuro, conforme dados do Instituto Australiano de Política Estratégica (ASPI). A análise revela que Pequim lidera em 37 dos 44 campos considerados vitais para o crescimento econômico e a segurança nacional, incluindo setores como espaço, robótica, meio ambiente, biotecnologia e inteligência artificial.
A supremacia tecnológica chinesa é destacada pelo progresso significativo alcançado nas últimas décadas, com universidades de renome como Tsinghua e Zhejiang rivalizando com instituições dos Estados Unidos. Além disso, o investimento robusto em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) por parte de empresas como Huawei equipara-se aos dos gigantes do setor tecnológico global, como Microsoft e Apple, apesar de uma receita comparativamente menor.
Os dados do ASPI sublinham também a crescente capacidade da China de atrair e reter talentos, com um aumento significativo na porcentagem de graduados que permanecem no país para estudos avançados ou trabalho, passando de 34% em 2019 para 58% em 2022. Esta tendência reforça as preocupações de pesquisadores ocidentais sobre a perda de competitividade tecnológica e o declínio na retenção de talentos em suas próprias regiões.
*Com informações da Sputnik News.








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