Nesta terça-feira (16/07/2024), o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, declarou que a carga tributária no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não aumentou. Alckmin fez essa afirmação em resposta a informações divulgadas nas redes sociais, que contêm desinformação sobre o trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
De acordo com Alckmin, a carga tributária bruta em 2023 foi de 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB), uma queda em relação aos 33,7% registrados até 2022. O vice-presidente também mencionou a reforma tributária como um avanço significativo, que visa simplificar a estrutura de impostos, substituindo cinco tributos de consumo por um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, além de desonerar exportações e investimentos.
Alckmin abordou a recente aprovação de uma lei que estabelece a taxação de compras internacionais de até US$ 50, explicando que a medida busca garantir “lealdade concorrencial” entre empresas estrangeiras e aquelas que operam no Brasil. O novo imposto prevê uma cobrança de 20% sobre compras realizadas em sites internacionais, como Shopee, AliExpress e Shein.
Durante o encontro no Palácio do Planalto, Alckmin, juntamente com o presidente Lula e ministros, recebeu representantes da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), que anunciaram investimentos de R$ 120 bilhões no Brasil entre 2023 e 2026. Esses investimentos visam a abertura de novas fábricas, a ampliação das já existentes e ações em pesquisa e desenvolvimento.
O presidente-executivo da Abia, João Dornellas, ressaltou que o Brasil se tornou o maior exportador de alimentos industrializados do mundo, destacando um crescimento de 3,3% no setor no primeiro semestre de 2023, em contraste com as expectativas de analistas.
*Com informações da Agência Brasil.











Deixe um comentário