Alana Maldonado, judoca brasileira de 29 anos, alcançou uma notável vitória ao vencer a chinesa Yue Wang por ippon na final da categoria até 70 quilos classe J2 dos Jogos Paralímpicos de Paris. A conquista, ocorrida na Arena do Campo de Marte, marca a segunda medalha de ouro paralímpica de Maldonado, que já havia alcançado o mesmo feito nos Jogos de Tóquio 2020. Na ocasião, Alana tornou-se a primeira mulher brasileira a conquistar uma medalha de ouro no judô paralímpico.
Em um discurso após a vitória, Alana expressou sua gratidão e revelou a importância emocional da conquista.
“Eu sonhei muito com esse momento. Eu sonhei o tempo todo. Me via no pódio, ouvia o hino nacional. Deus é maravilhoso, pois me fez acreditar que eu era capaz. Há pouco tempo, antes de vir para cá, várias coisas passaram na minha cabeça, questionamentos sobre se era capaz de chegar aqui, de ganhar, de fazer história de novo. E Deus me fortaleceu e mostrou que eu sou capaz. Então é só gratidão”, afirmou a bicampeã paralímpica.
Na mesma categoria, mas na classe J1, a judoca carioca Brenda Freitas conquistou a medalha de prata. Freitas foi derrotada na final pela chinesa Li Liu, e expressou sua frustração com a derrota, apesar de reconhecer a importância de ter chegado à final.
“Agora é esperar passar um pouco a frustração [de não conquistar o ouro] para ficar feliz com a medalha de prata, pois chegar na final é muito bom, é uma grande conquista, mas sempre ficamos frustrados. Agora é consertar os erros e na próxima conseguir a medalha de ouro que tanto sonhei”, declarou a atleta.
*Com informações da Agência Brasil.







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