O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou um decreto em 16 de setembro de 2024, que eleva o número total de membros das Forças Armadas russas para 2.389.130, dos quais 1,5 milhão estão na ativa. Anteriormente, o efetivo das Forças Armadas era composto por 2.209.130 membros, com 1,32 milhão em serviço ativo. Com essa medida, a Rússia superará os Estados Unidos, estabelecendo-se como o país com o segundo maior Exército em termos de pessoal ativo, atrás apenas da China. O novo ranking dos países por efetivo militar ativo é o seguinte:
- China: 2,035 milhões
- Rússia: 1,5 milhão
- Índia: 1,455 milhão
- EUA: 1,328 milhão
- República Popular Democrática da Coreia: 1,32 milhão
No primeiro semestre de 2024, aproximadamente 190 mil cidadãos russos assinaram contratos com o Ministério da Defesa, conforme informações divulgadas pelo vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev. O decreto de Putin ocorre em um contexto de crescente tensão com as potências ocidentais, que estão considerando a possibilidade de levantar a proibição do uso de armas de longo alcance pela Ucrânia para atacar território russo.
Em 11 de setembro de 2024, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, anunciou ter discutido com o ministro ucraniano das Relações Exteriores, Andrei Sibiga, e com o presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, a possibilidade de lançar mísseis de longo alcance contra a Rússia. Desde 24 de fevereiro de 2022, a Rússia conduz uma operação militar especial na Ucrânia, com o objetivo de proteger a população de um alegado genocídio por parte do governo de Kiev e enfrentar os riscos representados pelo avanço da Aliança Atlântica.
*Com informações da Sputnik News.








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