Ambulatório de Saúde da Mulher Dra. Tânia Mota realizou mais de mil consultas em menos de dois meses, diz Governo Colbert Martins

O Ambulatório de Saúde da Mulher Dra. Tânia Mota, inaugurado recentemente, já atendeu 1.134 pacientes desde sua abertura.
O Ambulatório de Saúde da Mulher Dra. Tânia Mota, inaugurado recentemente, já atendeu 1.134 pacientes desde sua abertura.

Inaugurado em 13 de setembro de 2024, o Ambulatório de Saúde da Mulher Dra. Tânia Mota, localizado na rua Caitité, 550, no bairro Jardim Cruzeiro, tem se destacado no atendimento às mulheres de diversas idades, totalizando 1.134 consultas realizadas em menos de dois meses. O ambulatório opera de segunda a sexta-feira, das 7 às 18 horas, e está vinculado à Fundação Hospitalar do município.

A unidade de saúde dispõe de dez consultórios e uma sala de triagem, proporcionando um ambiente climatizado e um atendimento caracterizado pela humanização. Os serviços incluem pré-natal de alto risco, consultas ginecológicas, encaminhamentos para cirurgias ginecológicas, atendimento psicológico e planejamento familiar. As pacientes adolescentes, com idades entre 10 e 18 anos, recebem assistência especial através de programas de planejamento familiar.

A diretora-presidente da Fundação Hospitalar, Gilberte Lucas, ressaltou que o ambulatório amplia a oferta de serviços na área de ginecologia, contribuindo para a redução das filas de espera para regulação.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados do atendimento que são oferecidos nessa unidade especializada na saúde da mulher. Esperamos, contudo, cuidar da saúde da população e aumentar o fluxo da nossa assistência com a oferta de consultas e exames”, afirmou.

Aline Bastos, coordenadora da unidade, explicou que para o atendimento, a paciente deve ser encaminhada por uma das Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou Unidades de Saúde da Família (USF). A coordenadora mencionou que, em média, cerca de 200 pessoas são atendidas diariamente. Ela observou ainda que a campanha do Outubro Rosa tem contribuído para o aumento da demanda por serviços.

Maria Aparecida, de 68 anos, residente do bairro Muchila, relata que realiza acompanhamento para o câncer de mama desde 2013.

“Estou aqui pela primeira vez e sendo muito bem acolhida. Agora vou ficar sendo acompanhada pelo mastologista e psicólogo de uma unidade de saúde própria para nós, mulheres”, disse.

Eliane Silva de Lima, de 48 anos, que vive no bairro Novo Horizonte há cinco anos, expressou surpresa com a organização do atendimento e a localização do ambulatório.

“Não esperava encontrar um lugar tão agradável e acolhedor. Estou esperando pela consulta com segurança. Só faltou me servir um cafezinho”, comentou de forma descontraída.


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