Com o tema “Abastecer, lutar, construir o projeto popular!”, o IV Encontro Nacional das Mulheres Camponesas reuniu mais de mil mulheres de 19 estados brasileiros e participantes internacionais na Escola Parque, no bairro da Caixa D’Água, em Salvador. Realizado entre os dias 3 e 6 de dezembro de 2024, o evento contou com debates, atividades culturais e uma feira camponesa, promovendo reflexões sobre o papel das mulheres na produção de alimentos e a importância da agricultura familiar.
O encontro foi organizado pelo Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e recebeu apoio da Secretaria da Educação da Bahia. A Escola Parque, espaço anfitrião, destaca-se por sua história e relevância na Educação Integral no Brasil, idealizada por Anísio Teixeira e inaugurada em 1950. Durante o evento, temáticas como políticas públicas para o fortalecimento do trabalho territorial, soberania alimentar, combate à fome e Educação do Campo estiveram em foco.
A secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, participou do encerramento das atividades na sexta-feira (6) e reforçou a relevância do evento como espaço de debate e construção coletiva. Em sua fala, destacou a contribuição das mulheres camponesas para o abastecimento alimentar do país e ressaltou a conexão entre a Educação do Campo e a agricultura familiar.
“É fundamental promovermos eventos como este, que celebram a diversidade e a força das mulheres do campo, que abastecem as mesas dos brasileiros e contribuem para o desenvolvimento sustentável das comunidades”, afirmou.
A diretora da Escola Parque, professora Mônica Bonfim, considerou o encontro uma oportunidade para aprofundar o diálogo entre o campo e a cidade. Segundo ela, a programação do evento reforça a conexão entre a formação educacional e o fortalecimento da agricultura familiar, pilares fundamentais para a construção de um projeto popular para o país.
A feira camponesa foi um dos destaques do encontro, apresentando a diversidade de produtos agrícolas e culturais das mulheres camponesas. A programação reafirmou a importância de políticas públicas que promovam a agroecologia, a soberania alimentar e o combate à fome, alinhadas ao compromisso com uma educação inclusiva e integral.
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