O nadador Guilherme Caribé conquistou, no último domingo (15/12/2024), sua segunda medalha de prata no Mundial de Natação em piscina curta, disputado em Budapeste, Hungria. Na prova dos 50 metros livre, o brasileiro completou a distância em 20s57, ficando 38 centésimos atrás do vencedor, Jordan Crooks, das Ilhas Cayman. O bronze foi conquistado pelo norte-americano Jack Alexy, com o tempo de 20s61.
Na quinta-feira (12), Caribé também subiu ao pódio nos 100 metros livre, estabelecendo o novo recorde sul-americano da prova com o tempo de 45s47, superando a marca anterior de César Cielo, que durava 14 anos. O feito consolidou o jovem baiano como um dos principais destaques da competição.
A performance de Caribé nos 50 metros livre começou com o sexto melhor tempo nas eliminatórias, 20s81, e avançou com o terceiro melhor tempo nas semifinais, 20s59, garantindo sua vaga na final. Na decisão, o atleta surpreendeu na reta final ao ultrapassar adversários e assegurar a medalha de prata.
Além das pratas de Caribé, o Brasil conquistou mais um pódio com Caio Pumputis, que obteve o bronze nos 100 metros medley. O país encerrou o Mundial com três medalhas e destacou-se ainda em outras provas, como no revezamento 4×100 metros livre masculino. O quarteto brasileiro, formado por Marco Antônio Ferreira Júnior, Kaique Alves, Leonardo Santos e Caribé, terminou na quinta posição, mas estabeleceu novo recorde sul-americano com o tempo de 3min04s84.
Segundo Gustavo Otsuka, gerente de Natação da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), os resultados alcançados neste Mundial são motivo de otimismo para o início do ciclo olímpico rumo a Los Angeles 2028. O dirigente destacou o esforço dos atletas e a importância das conquistas para a evolução da natação brasileira.
Nos últimos dias do Mundial, outros representantes brasileiros participaram de diferentes provas, mas não avançaram às finais. Maria Fernanda Costa terminou na 13ª posição nos 200 metros livre, enquanto Kaique Alves ficou em 16º lugar nos 200 metros livre masculino. No revezamento 4×100 metros medley, a equipe brasileira concluiu a prova em 11º lugar.
Com os resultados obtidos, o Brasil encerra sua participação no Mundial de Piscina Curta com projeções positivas para os próximos desafios, consolidando-se como uma das principais forças da natação sul-americana.
*Com informações da Agência Brasil.








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