O Fluminense de Feira Futebol Clube foi uma das principais potências do futebol baiano nas décadas de 1960 e 1970, conquistando títulos estaduais e ganhando destaque nacional, especialmente por sua comparação com o Santos de Pelé, que dominava o futebol brasileiro na época. Com um elenco de qualidade e um desempenho invejável, o clube conquistou os campeonatos baianos de 1963 e 1969, fazendo parte do seleto grupo de maiores forças do estado. Contudo, as últimas décadas têm sido marcadas por uma queda acentuada de desempenho, levando o time à segunda divisão do futebol estadual.
Atualmente sob a administração de um grupo empresarial com boa reputação, o Fluminense tenta se reerguer, com a torcida depositando grandes expectativas para a temporada de 2025. O clube tem um histórico de solidez no futebol baiano, desde sua entrada no profissionalismo, em 1954, quando se consolidou como uma das três maiores forças do estado. No entanto, o que poderia ter ocasionado a queda tão acentuada do clube?
Muitos torcedores apontam para as gestões passadas, acusando-as de erros administrativos e falta de preparo. Entretanto, uma parcela dos aficionados acredita que a queda do Fluminense é resultado de um feitiço lançado na década de 1970. A origem dessa crença remonta ao famoso episódio envolvendo o babalorixá Paulo Caveira, natural de Cachoeira, cidade com grande tradição mística, e sua relação com o clube.
Na época, Paulo Caveira ganhou destaque por suas intervenções junto à imprensa local, onde concedia entrevistas e fazia prognósticos sobre o desempenho da equipe. Durante um período em que o clube vivia boa fase, o babalorixá se aproximou da diretoria do Fluminense e, em alguns momentos, viajava com a delegação, assumindo um papel quase de dirigente. Contudo, a situação se deteriorou após um episódio em que Paulo Caveira, ao embarcar com a equipe para uma partida fora de Feira de Santana, foi surpreendido ao ser convidado a sair do ônibus por um dirigente, o que gerou um grande mal-estar.
Ferido pelo ocorrido, Paulo Caveira, em entrevista à imprensa, declarou que, a partir daquele momento, o Fluminense nunca mais seria campeão, afirmando, de forma enfática, que havia enterrado uma cabeça de jegue no gramado do Estádio João Marciano de Araújo, o Joia da Princesa. Embora a maioria dos torcedores não tenha levado a sério a declaração, uma parte da torcida mostrou-se preocupada com a possibilidade de que o sobrenatural tivesse influenciado a sorte do clube.
Essa declaração não foi prontamente desmentida pela direção do clube, e logo depois, o desempenho da equipe começou a piorar. O Fluminense passou a realizar boas campanhas, mas não conseguiu mais conquistar títulos. Em uma reforma no estádio municipal, o gramado foi retirado para ser substituído, e, durante o trabalho de modernização da drenagem, uma ossada foi encontrada enterrada no local. Para alguns, isso foi interpretado como uma confirmação do feitiço lançado por Paulo Caveira, embora não haja comprovação científica de qualquer ligação entre o fato e a queda do time.
Até o ano de 2024, o Fluminense continua sem obter resultados significativos. Alguns torcedores acreditam que a “maldição” ainda tenha efeito, enquanto outros se mostram otimistas quanto ao futuro do clube. Para os mais esperançosos, a solução está na construção de um time competitivo, com a chegada de um técnico qualificado e boas contratações. A torcida aguarda que, em 2025, o Fluminense consiga superar as dificuldades e retome seu lugar entre os principais clubes do futebol baiano.









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