A professora Liliane Rangélia, da Escola Municipal Anísio Pereira Bernardes, no distrito da Matinha, Feira de Santana, aplicou com sucesso as manobras de desengasgo que aprendeu durante a formação em primeiros socorros, conforme estabelecido pela Lei 13.722/18 (Lei Lucas). O incidente, que envolveu um aluno engasgado, foi tratado de forma eficaz, salvando a vida da criança. Este caso foi compartilhado na edição do curso realizada no mesmo dia pela Secretaria Municipal de Educação (Seduc).
Liliane destacou a importância da capacitação oferecida pela Seduc, que a deixou mais preparada para lidar com situações de emergência, especialmente em um ambiente escolar onde acidentes como engasgos são comuns.
“O curso me deixou mais preparada e confiante. Hoje, me sinto segura e realizada por ter conseguido aplicar o que aprendi e salvar uma vida”, declarou.
O soldado do Corpo de Bombeiros, João Lucas Fagundes Batista, explicou que a Lei Lucas obriga a capacitação de profissionais de instituições de ensino infantil e fundamental em primeiros socorros, enfatizando a importância da formação para aumentar a segurança das crianças e o bem-estar no ambiente escolar.
“Quanto mais pessoas souberem as técnicas e os protocolos de emergência, mais vidas podem ser salvas”, afirmou.
O curso é dividido entre teoria e prática, com o uso de equipamentos como manequins e bonecos, para treinar os participantes de forma eficaz.
“A ideia é garantir que todos possam realizar os primeiros socorros de maneira eficiente, independentemente da situação”, completou o soldado João Lucas.
Ana Maria Alves, chefe da Divisão de Educação Infantil da Seduc, responsável pela coordenação do curso, informou que a formação teve início em 2021 e vem sendo implementada com sucesso. Este ano, o curso passará por 18 edições e beneficiará profissionais de 210 escolas municipais, tanto na zona urbana quanto rural, incluindo porteiros, merendeiras, auxiliares de serviços gerais, professores e diretores. A capacitação abrange também tópicos como suporte básico de vida, incluindo a parada cardiorrespiratória, engasgos e situações de trauma.
“Estamos planejando expandir o programa, incluindo treinamento para brigadas de incêndio, ampliando ainda mais as habilidades dos profissionais para situações de emergência”, afirmou Ana Maria Alves.








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