Após o catastrófico resultado da Seleção Brasileira contra a Argentina, o nome do treinador Carlo Ancelotti voltou a ser ventilado como possível novo comandante da “amarelinha”. Será que com o italiano o Brasil poderá voltar a ter esperança de uma boa participação na Copa do Mundo? É o que milhões de torcedores têm tentado adivinhar nas casas de apostas legais em 2025.
A derrota por 4 a 1 contra a Argentina foi, possivelmente, a pá de cal no trabalho de Dorival Júnior. Em seus primeiros compromissos no comando do Brasil, o treinador até conseguiu bons resultados: a vitória contra a Inglaterra (1 a 0), em Wembley, e o empate por 3 a 3 contra a Espanha, no Santiago Bernabéu.
No entanto, a sequência de trabalho ficou muito aquém do esperado. Logo no começo, o treinador já teve de comandar a seleção em uma Copa América, e a participação não poderia ter sido pior. Na fase de grupos, foram dois empates e apenas uma vitória. E logo nas quartas de final, após novo empate, o Brasil foi eliminado nos pênaltis pelo Uruguai.
Nas Eliminatórias, o Brasil também não conseguiu mostrar evolução e, agora, com a derrota para a Argentina, fica estacionado na quarta colocação, com 21 pontos. Já os argentinos, que lideram a disputa, têm 31.
Ancelotti já foi dado como certo na Seleção Brasileira
Desde a saída de Tite do comando da seleção, especula-se sobre a vinda de um treinador estrangeiro. O próprio Ancelotti já chegou a ser dado como nome certo pela CBF.
Conforme comunicado no início de 2024, ele iria assumir o comando da seleção na metade daquele ano, após o fim da temporada europeia. No entanto, com a aproximação da data supostamente acordada, o italiano anunciou que permaneceria no Real Madrid.
Agora, com a sequência de trabalhos ruins de Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior, a CBF teria voltado a fazer contato com Ancelotti.
Dessa vez, o que se diz é que ele poderia assumir o comando da seleção após a disputa do Supermundial de Clubes da Fifa, que acontecerá de 14 de junho a 13 de julho. Fica a dúvida, porém, se isso realmente vai acontecer ou se, chegando perto da data, o italiano vai anunciar que não há acordo nenhum, e a CBF terá de, mais uma vez, improvisar um treinador.
Dorival Júnior
A verdade é que a escolha de Dorival Júnior como treinador foi um grande erro da CBF. Por melhor que fosse a sua fase – e ele vinha de bons trabalhos no Flamengo e no São Paulo -, jamais havia sido considerado um dos principais treinadores do país.
Portanto, Dorival Júnior acabou dando um passo muito maior do que podia, e o resultado é o que temos visto. No fim, a culpa não é dele, já que nenhum treinador recusaria esse convite.
Dorival Júnior não é mau treinador e, voltando a dirigir clubes brasileiros, poderá fazer trabalhos dignos. No entanto, o desafio da Seleção Brasileira é imenso, e é hora de trazer um treinador do primeiro escalão, o que, obrigatoriamente, significa um comandante estrangeiro.
Outras opções
Além de Carlo Ancelotti, outros nomes também já foram ventilados – um deles é o de Jorge Jesus, que deixou sua marca no futebol brasileiro pelo excelente trabalho à frente do Flamengo em 2019 e 2020.
Em 58 jogos, ele obteve incríveis 81,6% de aproveitamento. Além, é claro, de ter conquistado os seguintes títulos: Libertadores (2019), Campeonato Brasileiro (2019), Campeonato Carioca (2020), Recopa Sul-Americana (2020) e Supercopa do Brasil (2020).
Outro nome que também sempre vem à baila é o do espanhol Pep Guardiola. O treinador, no entanto, não parece que queira deixar o comando de um clube europeu para assumir uma seleção nesta fase de sua carreira.
É preciso aguardar, portanto, os próximos dias e a suposta negociação com Carlo Ancelotti. Mas uma coisa é certa: se o Brasil tiver pretensão de ser competitivo no próximo Mundial, precisa resolver seu futuro urgentemente: e o treinador precisa ser da prateleira de cima do futebol europeu.










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