A corrente Construindo um Novo Brasil (CNB) do Partido dos Trabalhadores (PT) realizou, no sábado (26/04/2025), um encontro na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), em Salvador, com o objetivo de consolidar a unidade interna em torno da candidatura de Edinho Silva à presidência nacional da legenda. O apoio visa fortalecer a atuação do partido em todo o país, ampliar as bancadas estaduais e federais e contribuir para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador Jerônimo Rodrigues em 2026.
O evento contou com a presença de Edinho Silva, do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, do senador e atual presidente nacional do PT, Humberto Costa, do presidente estadual do PT Bahia, Éden Valadares, da presidenta da CUT-BA, Leninha Valente, além de deputados federais e estaduais, como Rosemberg Pinto, Radiovaldo Costa e Josias Gomes, e lideranças petistas de diversas regiões do estado.
Durante o seminário, Edinho Silva defendeu a construção da maior unidade possível entre a CNB e outras correntes internas do PT, destacando a importância de alianças com os campos democráticos para enfrentar projetos políticos adversos. O candidato ressaltou a relevância da Bahia no cenário nacional, tanto pelas vitórias eleitorais quanto pela formação de lideranças políticas.
O presidente do PT Bahia, Éden Valadares, afirmou que a candidatura de Edinho representa a busca pela unidade partidária e o fortalecimento do PT para enfrentar os desafios eleitorais de 2026. Valadares reforçou a importância da militância e anunciou a realização de novas atividades de mobilização no estado.
O senador Humberto Costa ressaltou que o Brasil atravessa um novo momento, com avanços nos projetos sociais e melhorias na economia, e que a renovação da direção partidária deve ocorrer de forma tranquila e unificada. Para ele, a unidade interna é fundamental para sustentar o projeto político do partido nas próximas eleições.
A deputada federal Elisângela Araújo reforçou a necessidade de envolver diferentes segmentos sociais nas eleições internas do PT, como mulheres, juventude, movimentos negros e comunidade LGBTQIA+, para alinhar o partido às novas demandas sociais e fortalecer o diálogo com a classe trabalhadora no atual cenário do mercado de trabalho.










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